Mostrar mensagens com a etiqueta 1ª Guerra Mundial. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 1ª Guerra Mundial. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Novidade na Biblioteca: Schlump de Hans Herbert Grimm

Lisboa: Pim!, 2019
Histórias e aventuras da vida do desconhecido soldado Emil Schulz, 
chamado «Schlump», narradas pelo próprio.

Queimado pelos nazis. 80 anos escondido numa parede. Agora redescoberto. Um romance brutal sobre o absurdo da guerra. Sem autoria atribuída, Schlump foi publicado na Alemanha em 1928, e em Inglaterra e nos Estados Unidos no ano seguinte.

Começou por ficar na sombra de A Oeste Nada de Novo, de Erich Maria Remarque; depois, em 1933, foi um dos livros consumidos pelo fogo nos autos de fé nazis, acabando por desaparecer da memória coletiva.

Só em 2013 se desfez o segredo: o romance fora escrito por um pacato professor chamado Hans Herbert Grimm (1896-1950), que, com medo de ser preso ou perseguido, o escondeu no interior de uma parede da sua casa.

Em Schlump, o humor é a principal arma de arremesso contra o absurdo e a brutalidade da guerra, cujo realismo interrompe, a espaços, o tom leve da obra.

Fonte: contracapa do livro


Leia, porque ler é um prazer!

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Primeira Grande Guerra - Comemoração do Centenário do Armistício

No próximo dia 9 de Novembro o Município de Arganil lembra os 100 anos que passam sobre o Armistício que selou o fim da Primeira Guerra Mundial.

O Armistício de Compiègne, foi um tratado assinado em 11 de Novembro de 1918 entre os Aliados e a Alemanha, dentro de um vagão-restaurante, na floresta de Compiègne, com o objetivo de encerrar as hostilidades na frente ocidental da Primeira Guerra Mundial 
O armistício marcou para sempre a rendição da Alemanha e o fim da Primeira Guerra Mundial. Todavia as hostilidades continuaram em outras regiões, especialmente entre o Império Russo e partes do antigo Império Otomano. 
Este conflito mundial mobilizou mais de 70 milhões de militares, incluindo 60 milhões de europeus. Resultou em mais de 20 milhões de mutilados e quase 10 milhões de mortos.

Se desejar saber mais sobre este tema requisite uma das nossas sugestões de leitura ou explore os seguintes sítios web:

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Sugestões de leitura sobre a Primeira Guerra Mundial (VI)

Em 1914 deflagrou uma guerra resultante dos conflitos internos europeus, a qual, embora não fosse a mais sangrenta nem a mais prolongada da história, nem em sentido estrito, como mais tarde foi classificada, a «primeira» guerra mundial, seria aquela em que se lutou mais intensamente e a maior em extensão geográfica ocorrida até ali, pois nela participaram nações de todos os continentes. Foi também mais dispendiosa do que qualquer outra e colocou exigências sem precedentes aos recursos existentes, mobilizando sociedades inteiras, em parte porque era a primeira em que as máquinas desempenhavam um papel esmagadoramente importante e também, em parte, porque pela primeira vez uma guerra foi transformada pela ciência. O nome mais adequado que se pode atribuir-lhe continua a ser, portanto, o simples, usado por aqueles que nela entraram: a Grande Guerra, que se justifica pelos efeitos psicológicos sem precedentes que provocou.

John M. Robert in Os impérios europeus
Beltrão, Luísa - Vitória: de amor e de guerra

Na madrugada de 4 de novembro de 1917, quando faziam exatamente cento e três dias sobre a saída de Vitória de Lisboa, Andrew dava entrada no hospital de Arras. E a vida de Vitória altera-se para sempre.
Desde que entrara no cenário de guerra, onde numa questão de segundos se podia viver ou morrer, ficar louco, cego ou sem braços, Vitória aprendera que a vida nos conduz, de forma sinuosa, para constantes acasos.
Chegara a França para acompanhar o marido, soldado do contingente português na Primeira Guerra Mundial, deixando para trás os filhos e a família tradicional que a moldara. Um acaso fá-la ingressar no corpo de enfermagem como voluntária num hospital inglês e, por outro acaso, estava de serviço naquela madrugada em que ficou incumbida de cuidar do soldado da cama sete. Um herói de guerra, médico, celebrizado nas trincheiras por salvar vidas.

Fonte: www.presenca.pt
Tudella, Luís Manuel de Oliveira de Noronha - Militares falecidos na grande guerra 1914-1918


Este trabalho da autoria de Luís Manuel Tudella consiste num levantamento dos militares,dos 19 concelhos que formam, actualmente, a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, mortos durante a Primeira Guerra Mundial na Europa e na África.
Ao longo de mais de quatro anos o autor recolheu dados e informação dos livros manuscritos e das fichas particulares do C.E.P. – Corpo Expedicionário Português, do Arquivo Histórico e Militar, a qual apresenta detalhadamente nesta obra que homenageia e perpetua “a memória desses jovens que na força da sua juventude tudo deram e nada receberam…”

Livros disponíveis para empréstimo na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.

Leia, porque ler é um prazer!

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Sugestões de leitura sobre a Primeira Guerra Mundial (V)


Então, um grito universal, canhões, munições, comandou o novo arranque das fábricas, e a guerra adquiriu a forma singular de uma grande indústria, onde a superprodução se tornava, não o receio, mas a lei! Por toda a parte se «converteu» as oficinas civis em arsenais militares, se fez apelo aos neutros, Escandinavos, Suíços, Espanhóis, que obtiveram ecleticamente belos lucros… Os Alemães, que não podiam receber, por causa do bloqueio, as fabricações do Estados Unidos, tentaram sabotar-lhes as fábricas. A França, privada da metalurgia do Norte, conseguiu no entanto, à custa de energia, dotar os seus exércitos do material pesado que lhe faltava, e mesmo equipar os Sérvios, mais tarde os Americanos!
As mulheres substituíram nas bancas o maior número de homens possível, e as respectivas repercussões sociais haviam de ser infinitas… Importaram-se trabalhadores «coloniais» em grande número. Este esforço de criação, de improvisação, de expansão, exigia prazos assustadores! A bem ou a mal, soldados e civis instalaram-se na guerra; nos acantonamentos, os homens em repouso ouviam rapazes de dez anos dizer: «Eu, quando for grande, hei-de ser metralhador…»



A história de uma grande paixão em tempo de guerra .

Quem sabe se a vida do capitão Afonso Brandão teria sido totalmente diferente se, naquela noite fria e húmida de 1917, não se tivesse apaixonado por uma bela francesa de olhos verdes e palavras meigas. O oficial do exército português estava nas trincheiras da Flandres, em plena carnificina da Primeira Guerra Mundial, quando viu o seu amor testado pela mais dura das provas.
Em segredo, o Alto Comando alemão preparava um ataque decisivo, uma ofensiva tão devastadora que lhe permitiria vencer a guerra num só golpe, e tencionava quebrar a linha de defesa dos aliados num pequeno sector do vale do Lys. O sítio onde estavam os portugueses.
Tendo como pano de fundo o cenário trágico da participação de Portugal na Grande Guerra, A Filha do Capitão traz-nos a comovente história de uma paixão impossível e, num ritmo vivo e empolgante, assinala o regresso do grande romance às letras portuguesas.

Fonte:  www.gradiva.pt

O Coronel Mira Vaz, professor de Sociologia Militar, mestre em Estratégia e Doutor em Ciências Sociais, oferece-nos uma obra que é resultado de uma pesquisa sistemática nos jornais e publicações mais relevantes editadas em Portugal, durante a Grande Guerra de 1914-1918, nas quais se refletiram as diferentes opiniões públicas daquele período.
Conforme se pode ler no prefácio da autoria de Henrique Monteiro, este livro pretende contribuir para uma reflexão sobre o “modo como foi percecionada pelos portugueses a Guerra de 1914-18 e que consequências ela trouxe para o seu quotidiano”, bem como os “sentimentos que provocou na comunidade através da leitura da imprensa, como as ações desenvolvidas para apoiar os combatentes ou, pelo contrário, para estigmatizar a guerra”.

Para saber mais sobre este obra consulte: 

Livros disponíveis para empréstimo na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.


Leia, porque ler é um prazer!

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Sugestões de leitura sobre a Primeira Guerra Mundial (IV)

(...) Guerra da liberdade ou guerra da pátria, a verdade é que todos pensaram a guerra como uma acção rápida, fulminante, com a ideia de "passar o Natal em casa". Contudo, não fosse o Armistício ter sido assinado em 11 de Novembro de 1918, e as tropas teriam passado cinco Natais nas trincheiras. Mesmo tendo sido quatro, oito milhões e meio de vítimas ficaram nos campos de batalha, por onde passaram mais de sessenta milhões de homens.
Portugal deixou nos campos de batalha quase oito mil mortos e mobilizou mais de cem mil homens.
Resultados?
Aniceto Afonso e Carlos de Matos Gomes in Portugal: Grande Guerra (1914-1918)
Gilbert, Martin - A primeira Guerra Mundial

A 11 de Novembro de 1918 é assinado o armistício que põe fim à Primeira Guerra Mundial. Nove milhões de soldados morreram, quatro grandes impérios foram destruídos e o panorama geopolítico da Europa e do Médio Oriente alterou-se para sempre. O historiador Martin Gilbert conta-nos, através de uma narrativa empolgante, a história deste terrível conflito. Os horrores das batalhas, o confronto por mar e ar e as experiências vividas nas trincheiras e nas frentes de combate pelos soldados das diferentes nações beligerantes. Sete mil portugueses perderam a vida na Grande Guerra. Colocado na Frente Ocidental, na Flandres, França, o Corpo Expedicionário Português participou na decisiva batalha de La Lys. A 9 de Abril de 1918, 20 mil homens não conseguiram travar os 50 mil soldados alemães, naquela que foi uma das mais sangrentas batalhas da Primeira Guerra Mundial.

Fonte: www.wook.pt

Brun, André - A malta das trincheiras

Acompanhe a vivência e as histórias de André Brun, um português nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. A Malta das Trincheiras é uma humaníssima abordagem do comportamento humano, feita com raro humor, sensibilidade e respeito pela dor e pela dignidade do ser humano. Poucas narrativas de guerra, nos países que viveram o trágico conflito, têm estas características. Isso deve-se ao facto de André Brun, português de origem francesa e obrigado a combater em território francês, ser um talentoso cronista do quotidiano pequeno-burguês.
Se é certo que fala do medo, do sofrimento e da morte, também é certo que procurou nas contradições da natureza e da condição humanas aquilo que um humorista sempre procura quando admite que o riso seja temperado com o sal das lágrimas.
Este é um homem que viveu no inferno das trincheiras, que viu matar e morrer, que chegou escritor e regressou herói e que nunca se esqueceu de que, mesmo no vórtice do desespero e da privação de quase tudo, existe sempre lugar para a esperança que cabe na centelha de sol de um sorriso.

Fonte: www.wook.pt

Livros disponíveis para empréstimo na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.

Leia, porque ler é um prazer!

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Sugestões de leitura sobre a Primeira Guerra Mundial (III)

O dia 1º de Agosto de 1914 demarca o final de uma longa era de paz na Europa. Exceptuando alguns conflitos locais e a guerra franco-alemã de 1870, o continente atravessara desde o Congresso de Viena de 1815 um período de grande estabilidade. Naquele dia começaram os tempos duma Europa fratricida.

In A Europa desde 1789 aos nossos dias de F.-G Drefyus, Roland Max e Raymond Poidevin
Dando continuidade à apresentação de sugestões de leitura que, de uma forma ou outra, nos ajudam a conhecer e compreender a Primeira Guerra Mundial e as suas consequências apresentamos hoje dois livros de natureza diferente. O primeiro um Diário da autoria de Aquilino Ribeiro, e o segundo uma novela satírica, escrita por Jaroslav Hasek. 

Ribeiro, Aquilino - É a guerra


"É a Guerra" é o diário de Aquilino Ribeiro, composto durante o período que passou em combate. Um retrato pessoal e íntimo de Aquilino Ribeiro sobre um dos mais importantes conflitos da História mundial recente que é, também, a expressão portuguesa da pouco conhecida participação ativa nesse conflito.

Para saber mais sobre este livro consulte:


Hasek, Jaroslav - O valente soldado Chveik

Chveik, soldado astuto e malicioso, é o símbolo da posição negativa dos soldados checos em relação à Áustria durante a primeira guerra mundial, encarnando uma das mais profundas e saborosas sátiras ao militarismo. A caricatura que Hasek traça da burocracia militar austríaca corresponde a um protesto contra a guerra bem como contra a água imperial.

Fonte: contracapa do livro

Livros disponíveis para empréstimo na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.

Leia, porque ler é um prazer!

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Sugestões de leitura sobre a Primeira Guerra Mundial (II)

"Na Primeira Guerra Mundial morreram mais de nove milhões de soldados de Infantaria, Marinha e Força Aérea. Calcula-se que morreram também cinco milhões de civis em consequência da ocupação, de bombardeamentos, fome e doenças."

Martin Gilbert in "A Primeira Guerra Mundial"

Este conflito avassalador só chegaria ao fim com a assinatura do Armistício a 11 de Novembro de 1918.

Recordamos esta data dando continuidade à rubrica Sugestões de Leitura sobre a Primeira Guerra Mundial, com a apresentação de três livros que retratam este violento conflito e a vulnerabilidade da vida de todos que por ele foram atingidos.
GIONO, jean - O grande rebanho

O grande rebanho é um dos grandes romances europeus que tem como tema a Primeira Guerra Mundial, e um clássico da literatura do século XX. Jean Giono, o autor, tendo ele próprio participado no conflito, denuncia os horrores e o absurdo da guerra, descrevendo-os com um realismo chocante em algumas das cenas bélicas mais cruas alguma vez recriadas na literatura.

Através da alternância entre episódios passados na linha da frente, nas trincheiras, e outros que têm lugar nas zonas distantes do campo de batalha, nos lares dos soldados, vamos visualizando um retrato complexo da guerra, sentida não como uma abstracção mas como uma realidade próxima, um fenómeno que afecta radicalmente toda a sociedade, desintegrando os seus valores, a ordem da vida e do quotidiano.

WOOLF, Virginia - Mrs. Dalloway

«Publicado em 1925, Mrs. Dalloway é o primeiro dos romances de Virginia Woolf que subverte a narrativa tradicional. A Primeira Grande Guerra terminou, o calor do Verão invade Londres e Clarissa, Mrs. Dalloway, prepara-se para dar uma das suas festas. Mas quando a noite se aproxima, a chegada de Peter Walsh, o seu primeiro amor regressado da Índia, vai despertar o passado, trazendo-lhe à memória os sonhos adolescentes e a discussão que muitos anos antes a precipitou num casamento sem fulgor. 


Embora a acção do romance ocorra depois da Primeira Guerra Mundial, a evocação de Woolf da Londres do pós-guerra e todas as ansiedades acompanhantes pinta um dos retratos mais perfeitos da literatura sobre os efeitos da Grande Guerra na sociedade como um todo.

BLASCO IBÁNÉZ, Vicente - Os 4 cavaleiros do apocalipse

Em Julho de 1914 notei os primeiros indícios da próxima guerra europeia ao vir de Buenos Aires para as costas de França, no vapor alemão Konig Friedrich August. (…)
Vivendo, semanas depois, na Paris solitária do princípio de Setembro de 1914, altura em que decorreu a primeira batalha do Marna e em que o Governo francês teve de se transferir para Bordéus, como medida de prudência, o ambiente extraordinário da grande cidade sugeriu-me todo o resto do presente romance. (…)
Depois da salvadora batalha de Marna, quando o governo tornou a instalar-se em Paris, conversei um dia com Monsieur Poincaré, então Presidente da República. (…)
- Quero que você visite a frente – disse-me ele -, mas não para escrever nos jornais. (…) Vá como romancista. Observe e talvez da sua viagem nasça um livro que sirva a nossa causa. (…)
A falta de meios de comunicação dentro de Paris e a escassez de dinheiro que a guerra acarretou para muitos obrigaram-me a abandonar a elegante casinha … que ocupava nas imediações do Bosque de Bolonha, instalando-me num bairro vulgaríssimo da Baixa. (…)
Jamais trabalhei em piores condições. Fiquei com as mãos e o rosto gretadas pelo frio; usei sapatos e peúgas de combatente para aguentar melhor os rigores do Inverno.
Assim escrevi Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse.

Excerto da nota “Ao Leitor” por Blasco Ibáñez

Livros disponíveis para empréstimo na Rede de Bibliotecas de Arganil.

Leia, porque ler é um prazer!

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Sugestões de Leitura sobre a Primeira Guerra Mundial (1)



Como forma de assinalar os 100 anos da assinatura do Armistício iniciamos esta semana no Blog Leituras Cruzadas a rubrica Sugestões de Leitura sobre a Primeira Guerra Mundial.

FOLLETT, Ken - A queda dos gigantes de Ken Follett

A queda dos gigantes é o primeiro volume da trilogia O século da autoria de Ken Follett. Neste volume que começa em 1911 e termina em 1925, travamos conhecimento com cinco famílias que no agitado quadro da Primeira Grande Guerra, da Revolução Russa e do movimento sufragista feminino, irão protagonizar uma complexidade de relações entre paixões contrariadas; rivalidades e intrigas, jogos de poder e traições.

Enquanto a acção se desloca entre Londres, São Petersburgo, Washington, Paris e Berlim, A queda dos gigantes retrata com uma precisão histórica um mundo em rápida transformação, que nunca mais será o mesmo.

O adeus às armas de Ernest Hemingway

O adeus às armas escrito quando Ernest Hemingway tinha 30 anos, foi elogiado como o melhor romance americano resultante da experiência da Primeira Guerra Mundial. O adeus às armas é a história inesquecível de um motorista de ambulância americano na frente italiana e a sua paixão por uma bela enfermeira inglesa. Romance de amor e sofrimento, de lealdade e deserção ficará para sempre como uma das obras-primas de Ernest Hemingway.

A Oeste nada de novo de Erich Maria Remarque

Com 18 anos apenas, o jovem Erich Maria é alistado, durante a primeira guerra mundial, na infantaria do exército alemão; ferido cinco vezes e outras tantas reenviado para a «frente» guardou dos anos de guerra a experiência e a revolta, dos quais iria sair A Oeste nada de novo, testemunho pungente e acto de acusação contra a guerra, em que o autor relata o que viu, sentiu e sofreu.

Livros disponíveis para empréstimo na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.

Leia, porque ler é um prazer!