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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Sugestões de leitura da Sala Jovem (V)

George e o big bang de Lucy e Stephen Hawking

George e o Big Bang é uma emocionante história de aventura, que nos leva de volta ao momento em que surgiram o espaço e o tempo. Recheado de voltas e reviravoltas, por buracos de minhoca até ao limiar do conhecimento, George e Annie usam toda a sua inteligência e intuição para impedir que uma terrível catástrofe se abata sobre a espécie humana.
George e o Big Bang inclui ensaios de alguns dos mais importantes cosmologistas, as fantásticas ilustrações de Gary Parsons, um enredo emocionante e uma série de entradas científicas de fácil leitura. Incluindo um conjunto de fotografias a cores, ilustrando as maravilhas do cosmos, George e o Big Bang, o volume final da trilogia, encerra as aventuras de George pelo universo.

Fonte: www.wook.pt

A série George começou a ser publicada a partir de 2008 por Stephen Hawking, em colaboração com a filha Lucy e tem como preocupação principal explicar às crianças e aos jovens, de uma forma acessível, divertida e emocionante, as grandes questões científicas.


Nô e eu de Delphine de Vigan

Lou, uma adolescente sobredotada, e Nô, uma sem-abrigo de 18 anos, nada têm em comum. Conhecem-se e começa uma viagem que mudará as suas vidas para sempre. Doce e amarga, narrada por uma adolescente de 13 anos, esta é a história de amizade que comoveu e conquistou milhões de leitores em todo o mundo.
Lou tem 13 anos, um Q.I. de 160 e muitas perguntas na cabeça. Filha única de uma família à beira da separação, a tímida Lou inventa teorias para se apropriar do mundo e combater a solidão. Na Gare de Austerlitz, em Paris, conhece Nô, uma adolescente sem-abrigo, com 18 anos, cujo rosto cansado, as roupas sujas, o silêncio, a errância e solidão questionam o mundo.
Enquanto centenas de pessoas dormem na rua, sem ter o que comer, e caminham para não morrerem de frio, nós dizemos «As coisas são como são» - eis o que nos basta para explicar e aceitar a violência que nos rodeia. Mas Lou quer que as coisas sejam diferentes, que a Terra gire ao contrário, que cada um encontre o seu lugar. Decide salvar Nô, dar-lhe um tecto, uma família, lançando-se numa enorme aventura contra o destino. Contra tudo e contra todos.

Romance de aprendizagem, Nô e Eu é um sonho de adolescência submetido ao duro teste da realidade. Um olhar de criança precoce, naïf e lúcido, sobre a miséria do mundo. Um olhar de menina que cresceu demasiado rápido, melancólico e pleno de imaginação. Um olhar sobre o que nunca nos abandona, aconteça o que acontecer.

Fonte: contracapa do livro


Livros disponíveis para empréstimo na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.

Lê, porque ler é um prazer!

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Novidade na Biblioteca: "Proust era um neurocientista" de Jonah Lehrer

A criatividade artística pode antecipar as descobertas da ciência?

A pergunta serve de ponto de partida à obra "Proust era um neurocientista", da autoria de Jonah Lehrer.
O “livro trata de artistas que anteciparam as descobertas da neurociência. Trata de escritores, pintores e compositores que descobriram verdades acerca de mente humana – verdades reais, tangíveis – que a ciência está apenas a redescobrir. As suas imaginações previram os factos do futuro.”*
O pintor Cézanne, o compositor Igor Stravinsky, o cozinheiro Auguste Escoffier e os escritores Walt Whitman, George Eliot, Marcel Proust, Gertrude Stein e Virginia Woolf são as figuras escolhidas para destruir ideias feitas sobre a Arte e a Ciência. Estas 8 figuras têm em comum a ruptura com o instituído e a procura de uma outra consciência criativa nas respectivas artes.
“A moral deste livro é que somos feitos de arte e de ciência. Somos feitos da matéria dos sonhos, mas somos também apenas matéria. Actualmente sabemos o suficiente acerca do cérebro para nos apercebermos de que o seu mistério permanecerá para sempre. Como uma obra de arte, nós transcendemos a nossa matéria. A ciência precisa da arte para enquadrar o mistério, mas a arte precisa da ciência para que nem tudo seja um mistério. Nem a verdade em si é a nossa solução, porque a nossa realidade é plural.
Espero que estas histórias de descoberta artística demonstrem que qualquer descrição do cérebro exige ambas as culturas, a arte e a ciência. (…)”*
*Excertos da introdução 
Para saber mais sobre esta obra consulte:



Livro disponível para empréstimo na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.

Leia, porque ler é um prazer!

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Júlio Verne: da ciência ao imaginário

Júlio Verne (08.02.1828-24.03.1905)

Na data de aniversário de Júlio Verne aproveitamos para destacar a obra Júlio Verne – Da Ciência ao Imaginário, com prefácio de Michel Serres, publicada por ocasião do centenário da sua morte.

Esta obra é por si só uma proposta de viagem. Através de uma incursão pela vida e obra de Júlio Verne vivemos uma magnífica aventura através das contradições de uma época de descobertas e dúvidas, ao mesmo tempo que descobrimos a personalidade e turbulenta vida de um dos grandes vultos da literatura mundial.

“Hoje em dia, para animar a interface entre ciência e sociedade, falta-nos um Júlio Verne. As angústias contemporâneas sobre o racional e as técnicas associadas devem-se, em parte a esta falta. Quem nos conta, nos dias que correm, como funciona esta ou aquela inovação? Par ocupar o espaço das mensagens, encontram-se apenas juízes, muitas vezes incompetentes, acusadores… Uma espécie de inquisição obscura multiplica as condenações. Ora, o filósofo ou o historiador das ciências ocupam mal esta interface, só a literatura, o romance, a narrativa, histórias, aventuras… podem fazê-lo.
A ciência torna-se rapidamente um facto social total. Começa a acontecer no século XIX. Satura a sociedade. Técnicas sofisticadas produzem uma percentagem elevada dos objectos que manipulamos: óculos, fogões, automóveis, computadores, telefones… cresce o fosso que nos separa da ciência, ao mesmo tempo que é ela que estrutura o nosso quotidiano e as nossas comunicações. Carecemos de romancistas que descrevam em tempo real esta remodelação das nossas sociedades. Para várias gerações, entre as quais a minha, Júlio Verne criou esta interface e tornou culturais tanto o quotidiano da ciência como a reestruturação das relações.
Senhor de um grande talento, Júlio Verne tentou um golpe admirável, uma viagem extraordinária: tornar a ciência cultural. (…) 
Excerto do prefácio de Michel Serres

“Quando evocamos Júlio Verne e a ciência, a primeira coisa que nos ocorre são as máquinas, as ciências físicas, as ciências da natureza. Pensamos menos vezes nas ciências humanas, que nasceram no seu tempo, e na ciência da história moderna, iniciada por Michelet e revolucionada pela filosofia alemã. No século XIX, o homem na sociedade e no trabalho torna-se pela primeira vez herói do seu destino. A mudança é profunda, Júlio Verne instaura um diálogo entre as ciências conhecidas e as recém-nascidas. Foi provavelmente o que o levou a desenvolver a tal ponto a ciência e a consciência como os dois pilares de um futuro próximo.

Júlio Verne parece sentir desde a primeira infância o apelo dos horizontes longínquos. Mais tarde, a formação de jurista, as relações que travará em Paris, a euforia perante as ciências, a indústria e as explorações que caracterizam a sua época constituirão a base das suas viagens extraordinárias."

Excerto do primeiro capítulo “Uma vida, uma obra” de Jean-Paul Dekiss




Aceda ao catálogo concelhio para saber quais as obras de Júlio Verne que temos disponíveis para si!

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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Recursos online: Revista de Ciência Elementar

"Revista de Ciência Elementar (Rev. Ciência Elem.) é uma publicação trimestral, que discute conceitos de Ciência Elementar, sempre com um rigor superior. Esta revista dirige-se a um público alargado de professores do ensino básico e secundário, aos estudantes de todos os níveis de ensino e a todos aqueles que se interessam pela Ciência.

A Revista de Ciência Elementar abrange as áreas da Matemática, Física, Química, Biologia e Geologia e publica artigos de apresentação rigorosa de conceitos científicos, artigos de visão crítica de alguma realidade atual, e comunicações sobre experiências de sucesso no ensino e divulgação das ciências."


Já está disponível para consulta ou download a revista nº2, vol. 5 (Junho 2017)

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Livros científicos para ler como se fossem romances III


Godel, Escher, Bach : laços eternos de Douglas R. Hofstadter
Lisboa : Gradiva, 2000. LII, 819, [3] p. 

A célebre obra de Douglas R. Hofstadter, "Gödel, Escher, Bach: Laços Eternos", reconhecida unanimemente é considerada uma das obras-primas da escrita científica do século XX. Cerca de um milhar de páginas que retratam a epopeia de cientistas, matemáticos, filósofos e artistas na busca do entendimento da génese da vida e da estrutura do pensamento humano, que combina diálogos metafóricos com a discussão de temas de Johann Sebastian Bach ou gravuras de Escher, que reflecte sobre a lógica contemporânea ou os problemas da computação.

Fonte: www.wook.pt

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quinta-feira, 28 de abril de 2011

RCAAP – Repositório científico de acesso aberto de Portugal



“O acesso à informação e ao conhecimento é essencial para o progresso do ensino e da investigação mas também para o desenvolvimento sustentável da sociedade. Por isso, as condições de acesso à informação científica necessitam de ser significativamente melhoradas. A tendência generalizada para a publicação digital dos resultados da investigação, observada nas últimas décadas, representa uma mudança fundamental em relação à era da "idade do papel" e possibilita grandes mudanças na sua divulgação.

Tem sido amplamente reconhecido que o sistema de assinatura de revistas científicas, que predominou nas últimas décadas, cria limites à divulgação dos resultados da investigação e levanta, no que diz respeito à investigação financiada por fundos públicos, questões relativas à boa utilização e impacto desse financiamento. (…)

O Acesso Aberto procura responder a estes problemas tornando acessíveis os resultados da investigação de forma gratuita e online, através de repositórios institucionais, revistas de acesso aberto e sítios web. (…)” (1)

Em Portugal a Universidade do Minho, com a constituição do seu repositório institucional, foi pioneira no que ao Acesso aberto diz respeito. Seguiu-se o projecto Scielo (Scientific Electronic Library Online) e em Julho de 2008 nasceu o Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal, uma iniciativa da UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP concretizada pela FCCN - Fundação para a Computação Científica Nacional, e que tem por missão promover, apoiar e facilitar a adopção do acesso aberto ao conhecimento científico em Portugal e agrega os conteúdos científicos em acesso aberto de vários repositórios institucionais das entidades nacionais de ensino superior, e outras organizações de Informação e Documentação.

O repositório agrega de momento um total de 229329 documentos de 33 instituições nacionais.

Um recurso que sem dúvida constitui uma mais valia para o acesso à informação científica produzida em Portugal.




(1) Excerto do texto de enquadramento do projecto RCAAP, disponível em http://projecto.rcaap.pt/index.php/lang-pt/sobre-o-rcaap/enquadramento