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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Mia Couto vencedor do Prémio Eduardo Lourenço 2011




O vencedor da 7ª edição do Prémio Eduardo Lourenço foi anunciado no passado dia 8 de Outubro, na Guarda, pelo Presidente do Júri, João Gabriel Silva, reitor da Universidade de Coimbra.

“Por unanimidade e aclamação” dos membros do Júri o prémio foi atribuído ao escritor moçambicano Mia Couto, que segundo o presidente do Júri “alargou os horizontes da língua portuguesa e da cultura ibérica.”

Nascido na Beira em 1955, Mia Couto é autor de uma vasta obra, que abrange a poesia, prosa e a crónica e já foi premiado, entre outros, com o Prémio Vergílio Ferreira (1999) e o Prémio União Latina de Literaturas Românicas (2007).

Visite a Biblioteca Municipal de Arganil e descubra mais sobre a obra deste autor, requisitando uma das seguintes obras da sua autoria:

Terra sonâmbula. Lisboa : Caminho, D.L. 1992

Estórias abensonhadas. Lisboa : Caminho, imp.1994

O outro pé da sereia. Lisboa : Caminho, D.L. 2006

O fio das missangas ; Raiz de orvalho e outros poemas. Alfragide : Dom Quixote, 2009.

Vozes Anoitecidas. Lisboa : Caminho, 1987.

A Varanda do Frangipani. [Lisboa] : Círculo de Leitores, 1997.

Mar Me Quer. 3ª ed.. [Amadora] : Caminho, 2000.

O gato e o escuro. Lisboa : Caminho, 2001


sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Eduardo Lourenço em entrevista à Ler

Eduardo Lourenço, ensaísta português, nasceu a 29 de Maio de 1923, em S. Pedro de Rio Seco, Almeida. Formado em Ciências Histórico-Filosóficas pela Universidade de Coimbra, onde foi professor entre 1947 e 1953, leccionou depois em várias universidades, como a da Baía, no Brasil, e nas Universidades de Hamburgo, Heidelberg, Montpellier, Grenoble e Nice.

É conhecido pela sua constante presença na reflexão sobre os acontecimentos, a literatura e a vida, sobre Portugal e a Europa, tendo ao longo dos seus 86 anos de vida dado um grande contributo “para pôr Portugal a pensar”.

Em entrevista à revista Ler: livros & leitores nº 72 (Setembro 2008), Eduardo Lourenço faz o balanço de uma vida dedicada a ler a obra dos outros e a pensar o passado e o destino de Portugal. Da entrevista destacamos o seguinte pensamento:

«… Nós somos muito menos livres em relação à imagem do que éramos em relação ao livro. No livro a gente pode voltar atrás, andar para a frente. Também podemos fazer isso com a imagem, provavelmente, mas há sobretudo esse tempo que é transportado fisicamente pelos livros. Esse pó que fica nos livros. O pó do tempo. Nos novos instrumentos não haverá pó. É só o que lhes falta. Esse pó quer dizer o tempo, a própria essência da nossa vida.»

Eduardo Lourenço em entrevista a Carlos Vaz Marques, revista Ler n.º 72.


Se desejar ler a entrevista na íntegra visite a Biblioteca Municipal de Arganil!

Se desejar obter mais informação sobre Eduardo Lourenço visite a página oficial!