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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Novidade na Biblioteca: Maria Adelaide Coelho da Cunha: doida não e não de Manuela Gonzaga

«Doida Não e Não!» é uma das obras mais marcantes da escritora Manuela Gonzaga. Através de uma narrativa rigorosa e muito envolvente, a autora traça a biografia de Maria Adelaide Coelho da Cunha, presa num manicómio por «um crime de amor». O facto é que, em 1918, aos 48 anos de idade, a senhora abandonara o marido, o filho, a casa, um magnífico palácio lisboeta, e, deixando para trás toda a sua fortuna, fora viver para uma aldeia beirã com Manuel Claro, seu antigo motorista, um belo jovem de 26 anos de idade.

Maria Adelaide era personagem de primeiro plano na sociedade portuguesa de então e o seu casamento era tido como um modelo de felicidade conjugal. Ao palácio de São Vicente, onde vivia com o marido e o filho, acorria a melhor sociedade da época e o escândalo assombrou profundamente todos os que conheciam a família. Recorrendo aos psiquiatras mais famosos, Alfredo da Cunha moveu então contra a mulher que o deixara uma perseguição sem tréguas. Egas Moniz, Júlio de Matos, Sobral Cid e outros apoiaram-no, e a senhora foi dada como louca. Mas nem ela, nem o seu companheiro Manuel Claro desistiram jamais um do outro… e o que começou por ser uma luta tão desigual conheceu um desfecho assombroso.

Fonte: www.bertrand.pt

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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Novidade na Biblioteca: Os meninos de Irena de Tilar Mazzeo

Em plena Segunda Guerra, nos sussurros desesperados dos judeus, um nome passa de boca em boca: o de Irena Sendler, a jovem assistente social que está disposta a tudo para salvar as crianças judias dos campos de concentração. 

Quando, em 1942, Irena entrou no gueto de Varsóvia, o que viu dilacerou-lhe o coração. Ela sabia o destino de cada um dos judeus com quem se cruzava todos os dias. E foi incapaz de ficar indiferente. Começou a percorrer as ruas do gueto, bateu a todas as portas e pediu aos pais que lhe confiassem os seus filhos. Sob a vigilância apertada do regime nazi, Irena começou a levar as crianças para fora do gueto, e rumo à liberdade. Escondidas em caixões ou debaixo de sobretudos, em fuga pelo sistema de esgotos ou por passagens secretas entre edifícios, não havia nada que ela não estivesse disposta a fazer… Com a ajuda das mães, do seu amante judeu na Resistência, de amigos e vizinhos, Irena salvou cerca de 2500 crianças. 

Mas Irena fez mais ainda: manteve sempre um registo da verdadeira identidade de todos os meninos e meninas, para que um dia pudessem reencontrar os seus entes queridos. Receando ser descoberta, enterrou a lista sob uma macieira no jardim de uma amiga. Não podia imaginar que cerca de 90% das famílias dessas crianças não sobreviveria ao Holocausto. 

Irena Sendler correu riscos inimagináveis para salvar inocentes da barbárie nazi. É uma heroína da Segunda Guerra, considerada a versão feminina de Oskar Schindler. Foi nomeada para o Prémio Nobel da Paz em 2007, o ano que antecedeu a sua morte aos 98 anos. Esta obra é a devida homenagem à sua humanidade e bravura.

Fonte: contracapa do livro


Livro disponível para empréstimo na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.

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