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quinta-feira, 21 de maio de 2020

Bonnie e Clyde: Romeu e Julieta do crime

Bonnie Elizabeth Parker (1 de outubro de 1910 — 23 de maio de 1934) e Clyde Chestnut Barrow (24 de março de 1909 — 23 de maio de 1934) foram um casal de criminosos norte-americanos que viajavam pela região central dos Estados Unidos da América durante a Grande Depressão, roubando e matando pessoas quando encurralados ou confrontados. Embora se tratasse de um casal de criminosos a sua história de amor e crime apaixonou a América nos anos 30 do século XX.

Ainda hoje, decorridas mais de 8 décadas sobre a vida desta dupla indomável, a sua história continua a despertar interesse.

Um dos nossos leitores presenteou-nos com um vídeo em que apresenta Bonnie & Clyde como sendo o Romeu e a Julieta do Crime. Uma apresentação simples e sucinta que nos dá a conhecer as principais facetas da vida deste casal.

Vídeo de Henrique Quaresma

Também a indústria cinematográfica se inspirou na vida deste famoso casal e por mais de uma vez o retratou em filme.

(Disponível na Biblioteca da Escola Secundária)
Em 1967 surgiu o filme “Bonnie e Clyde” do realizador de televisão Arthur Penn com um grande valor simbólico para o cinema americano. Fechou definitivamente a porta à época do classicismo e dos seus heróis impolutos. É um filme de carácter biográfico, inspirado na vida deste casal de “gangsters” “perdidos no desencanto das suas ilusões e na horizontalidade da América Sulista”.
(Disponível na Netflix)
Mais recentemente outro filme surgiu sobre este famoso casal. “Estrada sem lei”, 2019, realizado por John Lee Hancock e escrito por John Fusco, que nos conta a história deste Bonnie e Clyde do ponto de vista dos polícias.

Visita a tua biblioteca e descobre mais 
sobre este famoso casal de criminosos!

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Centenário do nascimento de Federico Fellini (20.01.1920 - 31.10.1993)


Federico Fellini, realizador de obras icónicas, 
construtor de sátiras e operário de fantasias*

*Sílvia Souto Cunha (in visão nº 1401)

O nome de Federico Fellini, o realizador dos quatro Óscares, está associado à Idade de Ouro do cinema italiano, até mesmo do cinema mundial. Cineasta demiurgo, o seu universo entre a realidade e ficção está intrinsecamente ligado à cultura e ao inconsciente colectivo da sociedade italiana. Deu os primeiros passos nos anos 40 ao lado de Rossellini, durante o domínio do neo-realismo. Conhece o primeiro grande êxito com A estrada, em 1954 (…) Nos anos 60 e 70, sucedem-se os maiores êxitos populares e junto da crítica. Com A doce vida, Fellini salta para a modernidade. (…) Seguem-se Roma e Amarcord, filmes oníricos entre o mito e a caricatura, com um pano de fundo de nostalgia e de civilização em crise. Finalmente nos anos 80, O navio, Ginger e Fred e Entrevista evocam com melancolia a morte do cinema.

Criador de universos barrocos exuberantes, apaixonado por mulheres voluptuosas, este visionário alcança a dimensão universal, ao conseguir através dos seus próprios desejos e obsessões, dar corpo ao homem moderno com todas as suas contradições.

Fonte: Contra-capa do livro Federuci Fellini de Àngel  Quintana

Se quer descobrir mais sobre este icónico realizador pode requisitar os seguintes documentos na Biblioteca Municipal de Arganil:




Leia, porque ler é um prazer!