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sexta-feira, 28 de junho de 2019

1984 de George Orwell

Há 70 anos, a 8 de Junho de 1949, numa Europa brutalmente dividida após a II Guerra Mundial, George Orwell publicava o seu mais famoso romance Nineteen Eighty Four - 1984 - que tem estado continuamente na lista de bestsellers da Amazon, continuando a fascinar leitores de todas as idades.

A vigilância é o tema central desta obra, e mais de que nunca é esta que lhe confere atualidade. Conforme se pode ler no Jornal de Letras nº 1271 de 19/06/2019 "no Ocidente, já não é apenas o Estado que vigia, censura e manipula, mas também empresas privadas e interesses financeiros e ideológicos...", citando Ana Saldanha "o que assusta é que continua tão atual que poderia ter sido escrito hoje".

Se ficou com curiosidade de ler este livro requisite-o na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.

Leia, porque ler é um prazer!

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Ficção distópica

A ficção distópica começou a surgir no início do século XX em resultado das ansiedades e medos criados pelos efeitos das grandes guerras mundiais, e é por assim dizer a antítese da utopia. Enquanto que as utopias se apresentam como projectos realizáveis em que se pensa ou imagina um mundo melhor, as distopias são ficções que mostram um futuro sem esperança, alienado, sem liberdade e absurdo. 

Sociedades fictícias com governos totalitários e repressivos, manipulação psicológica, tecnológica e em alguns casos, científica dos indivíduos são frequentemente “ingredientes” das narrativas distópicas, que acima de tudo põem em causa o sonho utópico de um mundo perfeito.

Alguns exemplos de distopias disponíveis na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil:

Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley 

Uma sociedade inteiramente organizada segundo princípios científicos, na qual a mera menção das palavras 'pai' e 'mãe' produzem repugnância. Um mundo de pessoas programadas em laboratório, e instruídas para cumprir o seu papel numa sociedade de castas biologicamente definidas já no nascimento. 
1984 de George Orwell

Segundo Orwell, «Mil Novecentos e Oitenta e Quatro» é uma sátira. De aparência naturalista, trata das realidades e do terror do poder político, não apenas num determinado país, mas no mundo — num mundo uniformizado. Foi escrito como um ataque a todos os factores que na sociedade moderna podem conduzir a uma vida de privação e embrutecimento. 
A Laranja mecânica de Anthony Burgess 

Narrada pelo protagonista, esta brilhante e perturbadora história cria uma sociedade futurista em que a violência atinge proporções gigantescas e provoca uma reposta igualmente agressiva de um governo totalitário que então domina a sociedade. 
Fahrenheit 451 de Ray Bradbury 

Fahrenheit 451 é uma novela distópica, que retrata uma sociedade ficcional no século XXI, onde o regime totalitário está determinado a garantir a felicidade dos seus súbditos, e para a alcançar proíbe severamente a posse e a leitura de livros considerados como fonte de problemas e teorias conflituosas. Este é um livro interessantíssimo que retrata uma sociedade altamente tecnológica e embrutecida, mas onde não há felicidade, apenas esquecimento e escuridão.
A máquina do tempo de H. G. Wells

Em A máquina do tempo, um viajante no tempo, depois de mergulhar mais de oitocentos mil anos no futuro, vislumbra uma trágica sociedade dividida em duas facções: os ociosos e pacíficos Eloi, à imagem das classes altas da época vitoriana, e os bárbaros e predadores Morlocks, confinados aos subterrâneos do planeta. Paralelamente, A Máquina do Tempo encerra uma filosofia da evolução humana e uma crítica à sociedade do tempo de H. G. Wells, com inevitáveis ecos no presente, alertando para as consequências do fosso crescente entre classes e para a exploração e miséria humana. Escrito na viragem do século, numa era vitoriana de progresso científico e industrial, este livro viria a conhecer um enorme êxito e perduraria como uma das principais fantasias da literatura e do cinema.

Para saber mais consulte:

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segunda-feira, 25 de março de 2019

Novidades na Sala Jovem

Quando a luz se apaga/ Nick Clark Windo
Amadora: Topseller, 2018
Bem-vindo ao incrível mundo do Feed!

Com apenas um pequeno chip, implantado no cérebro dos bebés ainda antes de nascerem, todos os problemas da sociedade podem ser resolvidos. Crimes violentos? Fraude? Impossível, tudo o que vemos é registado no Feed. Desaparecimentos? Faltas? Já não existem, o Feed põe-nos a todos em contacto. Esquecimentos? Distrações? Coisa do passado, o Feed não se esquece de nada.

Até ao dia em que o Feed é desligado.

Nesse dia, o Presidente dos Estados Unidos é assassinado, em direto, para todo o mundo. Pouco depois, o Feed cai. Já não há livros. Já ninguém tem computadores. Já ninguém se lembra, sequer, de como consertar as coisas mais simples. Toda a informação estava guardada no Feed. Sem ele, a civilização desaba.

E tu, quem serás sem o Feed?

Desesperados por reconstruírem alguma forma de subsistência, os grupos de sobreviventes espalham-se, desconfiados uns dos outros, paranoicos e sem rumo. Conseguirão reerguer a Humanidade?

Combinando a atmosfera distópica de Walking Dead com o potencial destrutivo da tecnologia de Black Mirror, Nick Clark Windo apresenta-nos todo um novo mundo. 
Ao retirar tudo às suas personagens, tira completamente o fôlego ao leitor.

Fonte: contracapa do livro


O acusado/ John Grisham
Lisboa: Bertrand: 2015
Theo está de volta! E pronto para mais um caso. Theo está metido em grandes sarilhos. Enquanto todos aguardam ansiosamente o julgamento de Pete Duffy, suspeito de homicídio, Theo é acusado de roubo. A sua reputação está em jogo e, com todas as pistas contra si, ele fará tudo ao seu alcance para provar a sua inocência, mesmo que para isso tenha de quebrar algumas regras… Repletas de intriga e de suspense, ingredientes que fizeram de John Grisham o mestre do thriller jurídico e um campeão de vendas a nível mundial, as aventuras de Theo vão manter os leitores cativados até às últimas páginas.

Fonte: contracapa do livro

Descobre estas e outras novidades na SALA JOVEM da tua biblioteca!

Lê, porque ler é um prazer!