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segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Estilos parentais e parentalidade positiva


A forma como os pais exercem a sua função parental é bastante diversificada e tem variado ao longo dos tempos conforme os grupos culturais. As ideias que temos sobre a educação dos filhos divergem de pessoa para pessoa porque são um aspecto importante da nossa personalidade e da nossa filosofia de vida. O estilo parental é a forma como os pais se relacionam com os filhos. Os pais podem seguir vários estilos parentais, conforme a situação, mas existe, regra geral, um estilo dominante. 

Os estilos parentais têm sido categorizados como: autoritário, permissivo, negligente e democrático. É do estudo do estilo democrático que nasce o conceito de parentalidade positiva. Esta “caracteriza-se por um tipo de parentalidade que embora mais tolerante é também exigente em relação aos filhos, mas numa lógica de reciprocidade. Os filhos devem responder às exigências dos pais, mas os pais também aceitam a responsabilidade de responderem, quanto possível, aos pontos de vista e razoáveis exigências dos filhos. Encorajam-lhes a autonomia, ouvem-lhe as opiniões, mas não hesitam no caminho a seguir e não descuram o cumprimento de regras. (...)[1]

A promoção da Parentalidade Positiva tem sido uma aposta das sociedades preocupadas com o bem-estar e o desenvolvimento das crianças, e a sua importância é oficialmente reconhecida pelo Conselho da Europa que tem encorajado os estados membros a desenvolver e implementar um conjunto de medidas de apoio à parentalidade positiva.
“A Parentalidade Positiva define-se como um “comportamento parental baseado no melhor interesse da criança e que assegura a satisfação das principais necessidades das crianças e a sua capacitação, sem violência, proporcionando-lhe o reconhecimento e a orientação necessários, o que implica a fixação de limites ao seu comportamento, para possibilitar o seu pleno desenvolvimento”.
(Recomendação do Conselho da Europa, Lisboa 2006)

Na biblioteca Municipal de Arganil poderá encontrar os seguintes recursos para melhor compreender esta temática: 

SIEGEL, Daniel J. ; BRYSON, Tina Payne - Crianças SIM : como ajudar os seus filhos a serem mais resilientes, independentes e criativos. 1ª ed. Lisboa : Lua de Papel, 2019. ISBN 978-989-23-4560-4 

DIAS, Magda Gomes - Berra-me baixo : 21 dias para deixares de gritar com o teu filho. 1ª ed. Lisboa : Manuscrito, 2016. ISBN 978-989-8818-41-6 

GONZÁLEZ, Carlos - Bésame mucho : como criar os seus filhos com amor. 2ª ed. Lisboa : Pergaminho, 2014. ISBN 978-989-687-131-4 

CURY, Augusto Jorge - Pais inteligentes formam sucessores, não herdeiros. 1ª ed. Lisboa : Pergaminho, 2016. ISBN 978-989-687-275-5

Leia, porque ler é um prazer!


[1] Sofia Cid – Socióloga – Pós-graduada em Sociologia da Família; Educação e Parentalidade Positiva e Mediação Familiar.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Novidades na biblioteca: para pais e educadores


Berra-me baixo de Magda Gomes Dias
Lisboa: Manuscrito, 2016

As suas manhãs começam com gritos e ao final do dia o cenário repete-se?
Então precisa deste livro para melhorar a sua qualidade de vida familiar, e também a relação com os miúdos.

Ninguém quer passar os dias a gritar com filhos em zangas, gritaria, castigos ou ralhetes constantes. Magda Gomes Dias traz-lhe um desafio irrecusável: 21 dias, quatro semanas, para deixar de berrar com o teu filho.
Como? Na primeira semana, tomamos consciência dos nossos comportamentos. O que nos faz gritar? Sim, porque a culpa de gritarmos não é dos nossos filhos, é nossa…
Na segunda semana, falamos da relação que temos com eles. E os ingredientes são três: firmeza, mimo e paciência. Na terceira, entramos em estágio com todas as situações que nos deixam fora de controlo, e percebemos a forma certa de lidar com elas. Finalmente, na quarta semana percebemos que afinal não foi assim tão complicado mudar, e descobrimos o nosso papel enquanto pais. Com mais qualidade de vida e menos gritaria.
Com casos, conselhos e exercícios práticos, este livro vai fazer com que o leitor deixe de sentir vontade de ‘dar dois berros’ e, mais importante ainda, vai trazer uma relação mais harmoniosa e feliz com os filhos.

Fonte: contracapa do livro


Hiperatividade e défice de Atenção
Lisboa: Verso de Kapa, 2014

A Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA) atinge 5 a 8% das crianças em idade escolar. Em Portugal estima-se que existam mais de 80.000 casos.
Na sala de aula não param quietas, tiram o lápis ao colega, levantam-se porque lhes falta a borracha, outras estão sossegadas mas "na lua". Em casa, enquanto fazem os trabalhos levantam-se a cada cinco minutos, são desobedientes e esgotam os pais. Acreditem que estas dificuldades comportamentais não se devem a falta de educação. Insucesso escolar e dificuldades de relacionamento com colegas, professores e pais são problemas comuns. Mas para as crianças com PHDA há um antes e um depois, se forem bem acompanhadas.
Como equipa de pediatria, temos consciência do impacto social da PHDA, da enorme pressão que as crianças e famílias sofrem. Este livro dá uma visão abrangente desta perturbação e contém estratégias práticas, úteis para o quotidiano de todos os envolvidos. As crianças são o futuro da sociedade e as crianças com PHDA podem tornar-se adultos bem-sucedidos.

Fonte: contracapa do livro


Bésame Mucho de Carlos González
Lisboa Pergaminho, 2013

Costuma dizer-se que os bebés não vêm com livro de instruções; contudo, nos nossos dias, o problema parece ser o oposto. Os pais vivem rodeados de «livros de instruções», seja sob a forma de manuais, de revistas especializadas, de blogues e fóruns online, ou simplesmente de conselhos de pediatras. Proliferam as opiniões, e as filosofias das diversas escolas de puericultura e pedagogia são cada vez mais diversificadas. Neste sentido, é difícil para os pais confiarem no seu instinto ou no seu primeiro impulso.

Bésame mucho vem devolver aos pais a confiança naquele sentimento que está por trás de tudo aquilo que sentem, desejam e fazem pelos filhos: o amor. O Dr. Carlos González, pediatra e autor de renome, sugere que, seja qual for o problema com que um pai se depare - uma birra, uma crise de choro, uma aparente insónia, um caso de ciúme -, este só será verdadeiramente resolvido através de uma atitude razoável e de respeito pela criança como pessoa.

Fonte: contracapa do livro

Livros disponíveis para empréstimo na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil

Leia, porque ler é um prazer!