Mostrar mensagens com a etiqueta património cultural. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta património cultural. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 5 de maio de 2020

Dia Mundial da Língua Portuguesa

O Dia Mundial da Língua Portuguesa comemora-se a 5 de maio. Foi proclamado pela 40.ª Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em novembro de 2019.

O português é a 3.ª língua europeia mais falada no mundo. É falado por mais de 260 milhões de pessoas nos cinco continentes, ou seja, 3,7% da população mundial. É a língua oficial dos nove países-membros da CPLP (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste) e Macau, bem como língua de trabalho ou oficial de um conjunto de organizações internacionais como a União Europeia, a União Africana ou o Mercosul.
O PORTUGUÊS é a língua que os portugueses, os brasileiros, muitos africanos e alguns asiáticos aprendem no berço, reconhecem como património nacional e utilizam como instrumento de comunicação, quer dentro da sua comunidade, quer no relacionamento com as outras comunidades lusofalantes.
Esta língua não dispõe de um território contínuo (mas de vastos territórios separados, em vários continentes) e não é privativa de uma comunidade (mas é sentida como sua, por igual, em comunidades distanciadas). Por isso, apresenta grande diversidade interna, consoante as regiões e os grupos que a usam. Mas, também por isso, é uma das principais línguas internacionais do mundo.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Fundo local enriquecido: Mosteiro de S. Pedro de Folques de A. C. Quaresma Ventura

VENTURA, A. C. Quaresma - Mosteiro de S. Pedro [de] Folques
Folques: Fábrica da Igreja Paroquial, 2019

Editado pela Fábrica da Igreja Paroquial, o livro "Mosteiro de S. Pedro [de] Folques", da autoria de A. C. Quaresma Ventura, pretende divulgar um património antigo, mas pouco conhecido, procurando também esclarecer algumas informações históricas que têm sido incorrectamente divulgadas, bem como dar a conhecer aspectos até agora desconhecidos.

O prefácio da obra é do Dr. Paulo Jorge Fernandes, professor do departamento de História da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Nele para além do enaltecimento do autor pelo seu papel na divulgação da história local, faz-se também a síntese do que este livro nos oferece:

"É com grande prazer e fruição intelectual que também podemos aprender sobre a História do Mosteiro de São Pedro de Folques, das suas origens, próximas da própria fundação da nacionalidade portuguesa até ao século onde vivemos. A. Ventura vai mais longe e dedica-se também a apresentar-nos os lugares e aldeias vizinhos (...) pode-se ainda percorrer alguns aspectos da História menos conhecida das aldeias do Bocado, do Monte Redondo, da Póvoa de Folques e do Salgueiro, bem como preciosos apontamentos da História de Folques e de Arganil com os seus santos e mártires, homens e mulheres de negócios e políticos, que de uma forma ou de outra marcaram a vida de todos estes lugares ao longo dos tempos."
Excerto do prefácio

O livro apresentado encontra-se disponível para empréstimo na Rede de Bibliotecas de Arganil e pode ser adquirido na livraria da Biblioteca Municipal de Arganil.

Leia, porque ler é um prazer!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Fundo local enriquecido: Habitação na Beira Serra de Lisete de Matos

"A casa é (...) o espaço privilegiado de reprodução da força física e anímica de que a produção económica carece para produzir mais e melhor. Talvez por isso a habitação constitua um direito (...) e persista como um dos principais símbolos de prestígio e estatuto social, embora o quotidiano apressado de hoje e o individualismo dos costumes se apresentem pouco favoráveis à partilha do espaço doméstico. (...)

A evolução da habitação, que o tempo clima foi exigindo e o tempo devir cimentando, processou-se a acompanhar as necessidades e os modos de vida das famílias e dos povos, em estreita articulação com as características geomorfológicas dos territórios, as conquistas civilizacionais, e o poder económico associado aos itinerários protagonizados. (...)

É pois, enquanto reflexo da atividade humana e componente essencial do património construído e cultural que elegemos a habitação serrana e, por inerência, a respetiva arquitetura de produção (fornos, alambiques, galinheiros, palheiros e currais, moinhos, lagares e tulhas) como objeto de reflexão nesta obra. (...)

Sem sermos especialistas na matéria, trata-se, uma vez mais, de um trabalho muito singelo, com o qual pretendemos partilhar o fascínio com que observamos a paisagem e as aldeias transformadas em repositório de engenho e tenacidade, afeto e história das pessoas e dos seus modos de vida! ... para além de homenagear "os operários em construção" do passado e do presente, pretendemos contribuir para o reforço da identidade e da pertença à serra e à terra ao mesmo tempo que conferimos visibilidade à riqueza e diversidade do património edificado serrano.

Excertos da Introdução por Lisete de Matos

Livro disponível para empréstimo na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.

Leia, porque ler é um prazer!