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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Sugestão de leitura: Pátria de Fernando Aramburu

Pátria é um fresco de três décadas de ódio e trapaças. Aramburu não ficou pelo panfleto, antes compôs uma epopeia onde se cruzam vozes e tensões, nada tem carácter definitivo, e as certezas são poucas. Num estilo sóbrio, a escrita mantém o ritmo adequado à narrativa. Sem ênfase, ou frases de grande efeito, o romance vai fundo no escalpe da realidade. A densidade psicológica das personagens resgata-o da tentação do proselitismo.
O retábulo definitivo sobre mais de 30 anos da vida no País Basco sob o terrorismo.

No dia em que a ETA anuncia o abandono das armas, Bittori dirige-se ao cemitério para, na sepultura do marido, Txato, assassinado pelos terroristas, lhe contar que decidira voltar à casa onde tinham vivido os dois. Mas poderá ela conviver com aqueles que a perseguiram antes e depois do atentado que transtornou a sua vida e a da família? Poderá saber quem foi o encapuzado que num dia chuvoso matou o marido, quando este regressava da sua empresa de transportes?

Por mais que chegue às escondidas, a presença de Bittori alterará a falsa tranquilidade da terra, sobretudo a da vizinha Miren, amiga íntima noutros tempos, e mãe de Joxe Mari, um terrorista encarcerado e suspeito dos piores receios de Bittori. O que aconteceu entre essas duas mulheres? O que envenenou a vida dos filhos e dos respetivos maridos, tão unidos no passado? Com lágrimas escondidas e convicções inabaláveis, com feridas e coragem, a história arrebatadora das suas vidas, antes e depois da tormenta que foi a morte de Txato, fala-nos da impossibilidade de esquecer e da necessidade de perdoar numa comunidade fragmentada pelo fanatismo político.

Fonte: contracapa do livro

Livro disponível para empréstimo na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.

Leia, porque ler é um prazer!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Sugestão de leitura: A conspiração de papel de David Liss

Benjamin Weaver, judeu português, detective, espadachim e um famoso ex-boxeur, move-se com maestria e confiança na Londres do século XVIII. Trabalhando para clientes aristocratas na cobrança de dívidas difíceis, vive afastado da família devido à má relação com o seu pai, um abastado investidor da bolsa. Mas quando este é brutalmente assassinado, não pode ficar de braços cruzados.
Descendo ao submundo do crime londrino, Weaver ziguezagueia entre bordéis, cervejarias, prisões e casas de jogo, para descobrir uma conspiração que o ameaça não só a si, mas também à própria Inglaterra. Um romance histórico fascinante, A Conspiração de Papel arrebata os leitores, página atrás de página, com um enredo envolvente e personagens apaixonantes de um período único da história.
Fonte: contracapa do livro


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terça-feira, 9 de outubro de 2018

Sugestões de leitura sobre a Primeira Guerra Mundial (VI)

Em 1914 deflagrou uma guerra resultante dos conflitos internos europeus, a qual, embora não fosse a mais sangrenta nem a mais prolongada da história, nem em sentido estrito, como mais tarde foi classificada, a «primeira» guerra mundial, seria aquela em que se lutou mais intensamente e a maior em extensão geográfica ocorrida até ali, pois nela participaram nações de todos os continentes. Foi também mais dispendiosa do que qualquer outra e colocou exigências sem precedentes aos recursos existentes, mobilizando sociedades inteiras, em parte porque era a primeira em que as máquinas desempenhavam um papel esmagadoramente importante e também, em parte, porque pela primeira vez uma guerra foi transformada pela ciência. O nome mais adequado que se pode atribuir-lhe continua a ser, portanto, o simples, usado por aqueles que nela entraram: a Grande Guerra, que se justifica pelos efeitos psicológicos sem precedentes que provocou.

John M. Robert in Os impérios europeus
Beltrão, Luísa - Vitória: de amor e de guerra

Na madrugada de 4 de novembro de 1917, quando faziam exatamente cento e três dias sobre a saída de Vitória de Lisboa, Andrew dava entrada no hospital de Arras. E a vida de Vitória altera-se para sempre.
Desde que entrara no cenário de guerra, onde numa questão de segundos se podia viver ou morrer, ficar louco, cego ou sem braços, Vitória aprendera que a vida nos conduz, de forma sinuosa, para constantes acasos.
Chegara a França para acompanhar o marido, soldado do contingente português na Primeira Guerra Mundial, deixando para trás os filhos e a família tradicional que a moldara. Um acaso fá-la ingressar no corpo de enfermagem como voluntária num hospital inglês e, por outro acaso, estava de serviço naquela madrugada em que ficou incumbida de cuidar do soldado da cama sete. Um herói de guerra, médico, celebrizado nas trincheiras por salvar vidas.

Fonte: www.presenca.pt
Tudella, Luís Manuel de Oliveira de Noronha - Militares falecidos na grande guerra 1914-1918


Este trabalho da autoria de Luís Manuel Tudella consiste num levantamento dos militares,dos 19 concelhos que formam, actualmente, a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, mortos durante a Primeira Guerra Mundial na Europa e na África.
Ao longo de mais de quatro anos o autor recolheu dados e informação dos livros manuscritos e das fichas particulares do C.E.P. – Corpo Expedicionário Português, do Arquivo Histórico e Militar, a qual apresenta detalhadamente nesta obra que homenageia e perpetua “a memória desses jovens que na força da sua juventude tudo deram e nada receberam…”

Livros disponíveis para empréstimo na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.

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quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Novidade na Biblioteca: Fora de si de Sasha Marianna Salzmann

Emigração, identidade, memória, transgénero. O romance de estreia de Sasha Marianna Salzmann é a ficção autobiográfica de uma russa com passaporte alemão que chama casa a Istambul. Fora de Si é a inquietante procura de uma verdade que não existe, mas que ainda assim se persegue.
Isabel Lucas in Público 
Desde sempre que os gémeos Alissa e Anton formam um par. No velho apartamento de duas assoalhadas de Moscovo não têm outro remédio senão agarrar-se um ao outro durante as cenas de violência entre pai e mãe. Mais tarde, à espera da autorização de residência na Alemanha Ocidental, percorrem juntos os corredores do lar de refugiados, entrando em quartos alheios para roubar cigarros e cheirar frascos de perfume. Ainda mais tarde, quando Alissa abandona o curso de Matemática em Berlim por sentir que isso a distrai dos treinos de boxe, Anton desaparece sem deixar rasto. Até que chega um postal de Istambul - sem texto e sem remetente ou morada -, mas é o sinal de que Áli precisa para ir em busca do irmão.

É já na cidade banhada pelo Bósforo que a rapariga evocará a história da sua família ao longo de um século e descobrirá que, quanto mais investe na procura de Anton, menos sentido as coisas parecem fazer - a língua materna, a pátria, o género - e talvez só consiga um todo coerente se sair para fora de si.

O presente romance - intenso, ousado e político - foi nomeado em 2017 para o Prémio do Livro Alemão (nomeação raríssima numa obra de estreia), venceu o Prémio Jürgen Ponto e foi traduzido em mais de uma dúzia de línguas.

Fonte: contracapa do livro

Livro disponível para empréstimo na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.

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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Novidade na Biblioteca: A mulher de Einstein de Marie Benedict

Um romance fascinante sobre a mulher extraordinária que casou e trabalhou com um dos maiores cientistas da História.

Em 1896, Mileva Maric, uma mulher extremamente inteligente, é a única estudante do sexo feminino a frequentar o curso de Física numa universidade de elite em Zurique. É aí que se apaixona pelo colega Albert Einstein, com quem acaba por casar e ter três filhos. Apesar da total dedicação aos filhos, Mileva nunca abandona a sua paixão pela ciência, trabalhando em conjunto com o marido e contribuindo para estudos científicos tão importantes como a Teoria da Relatividade.

Contudo, por nunca ter concluído a licenciatura, todo o mérito dos artigos que escreve com o marido é-lhe atribuído a ele. À medida que a fama de Albert Einstein aumenta, cresce também o receio de Mileva de que as suas próprias ideias científicas permaneçam para sempre sob a sombra do marido, com quem mantém uma relação cada vez mais conturbada.

A Mulher de Einstein é um romance, inspirado em factos reais, que relata a história da primeira mulher de Einstein, uma cientista brilhante cuja contribuição para a Teoria da Relatividade continua a ser altamente debatida.

Fonte: contracapa do livro


Se quer saber mais sobre Albert Einstein pesquise no nosso catálogo e descubra a oferta bibliográfica sobre este cientista que temos para si.

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sexta-feira, 29 de junho de 2018

Novidade na Biblioteca: Deste lado da luz de Colum McCann

Na viragem do século XX, Nathan Walker muda-se para a cidade de Nova Iorque para executar o trabalho mais perigoso do país: escavar o túnel sob o rio Hudson que servirá o metro entre Brooklyn e Manhattan. Nas entranhas do leito do rio, os trabalhadores - negros, brancos, irlandeses e italianos - escavam em conjunto, com a escuridão a ocultar as diferenças. 

Mas, à superfície, os homens mantêm a distância até um acidente dramático num dia de Inverno forjar um laço entre Walker e os seus colegas que irá abençoar e ao mesmo tempo amaldiçoar três gerações. 

Quase noventa anos depois, Treefrog encontra os mesmos túneis e cria um lar no meio de drogados, alcoólicos, prostitutas e criminosos que constituem a comunidade esquecida dos sem-abrigo. 

Deste Lado da Luz entrelaça factos históricos com ficção, criando uma história notável de morte, racismo, vida nas ruas… e amor - que abrange quatro gerações.

Fonte: contracapa do livro

Leia aqui as primeiras páginas do livro. Gostou?

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quinta-feira, 21 de junho de 2018

Opinião de leitor: O deus do rio de Wilbur Smith

Lisboa: Ulisseia, D.L. 2008
O DEUS DO RIO

O Deus do Rio de Wilbur Smith é uma história violenta, apaixonante e dramática que nos transporta para a distante época de a.C., no enigmático Egipto dos Faraós. Contada na primeira pessoa por um eunuco, Taiga, decorre numa época extraordinariamente conturbada quando o Egipto é invadido e conquistado por um povo feroz, os Hicsos, por volta de 1780 antes de Cristo, obrigando a rainha Lostris com o escravo Taiga e o seu amado Tanus, comandante do exército em fuga, a refugiarem-se nas altas montanhas da Abissínia, perto da nascente do Nilo Azul e a partir daí prepararem a reconquista do seu adorado Egipto.
Na nota do autor, verificamos que a história descreve de forma romanceada, os textos dos papiros encontrados em 1988 em 10 vasos selados de alabastro, no túmulo que depois viria a ser identificado como sendo da rainha Lostri. A transcrição dos papiros foi feita por especialistas do Museu do Cairo e Wilbur Smith convidado a dar vida a uma história fantástica que nos prende desde o início, levando-nos também a conhecer uma época da história do Egipto, até aqui desconhecida.

Margarida Fróis

Nota biográfica:  Wilbur Smith nasceu em 1933, na África Central. Tornou-se escritor a tempo inteiro em 1964 após a publicação de When the Lion Feeds, e desde então escreveu 39 romances, todos eles valorizados por meticulosas pesquisas realizadas durante as inúmeras expedições em que participou por todo o mundo. A sua obra encontra-se traduzida em 32 línguas,e muitos dos seus romances foram adaptados ao cinema.



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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Novidade na Biblioteca: A vingança de Joana D'Arc de Maria Elena Cruz Varela


Eles mentiram. Eles queimaram-na. Vinte anos depois... eles vão pagar.

Vinte anos depois de Joana D’Arc ter ardido na fogueira, o Vaticano pediu uma revisão do processo que a sentenciou. O que se descobre é uma macabra teia de mentiras tecida pelos mais altos poderes da Igreja. Poderes que ainda se mantêm na sombra e estão dispostos a tudo para ocultar a verdade... inclusive voltar a matar. E a verdade está num antigo manuscrito, um documento coberto de sangue... uma prova da santidade de Joana D’Arc.

A Vingança de Joana d’Arc é um romance repleto de suspense e que nos arremessa para um final tão surpreendente quanto inesperado. Escrito de forma intimista e original, oferece uma nova visão através do olhar apaixonado de Maria Elena Cruz Varela, uma refugiada cubana que já foi candidata ao Prémio Nobel da Paz.


Livro disponível para empréstimo na Biblioteca Municipal de Arganil.

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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Novidade na Biblioteca: Rosa brava de José Manuel Saraiva


Em 1368, D. Leonor Teles de Menezes, a mulher mais desejada do Reino, casa com o morgado de Pombeiro, D. João Lourenço da Cunha. O matrimónio é imposto por seu tio, D. João Afonso Telo, conde de Barcelos. 

Mulher fora do tempo, aceita contrariada o casamento, que a melancolia da vida do campo não ajuda a ultrapassar. Por isso, decide abandonar o marido e parte para Lisboa, para gozar a vida de riqueza e luxúria que a Corte proporciona. 

Perversa e ambiciosa, não tem dificuldade em seduzir o jovem monarca, D. Fernando, alcançando, desse modo, o poder que sempre desejou. Mas a nobreza, o clero e o povo não vêem com bons olhos esta aliança de adultério com o Rei. E menos ainda quando a formosa Leonor Teles se envolve com o conde Andeiro... 

"Rosa Brava" é um romance baseado na investigação histórica que, por entre intrigas palacianas, traições, assassínios e guerras com Castela, reinventa, numa linguagem cativante, uma das personagens mais fascinantes da História de Portugal.

Fonte: badana do livro

Leia aqui o 1º capítulo, e se gostar requisite o livro na Biblioteca Municipal de Arganil.

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