Mostrar mensagens com a etiqueta ciências. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ciências. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Ficção Científica: O futuro é já hoje

A Ficção Científica costuma ser definida como um género literário que engloba histórias fictícias, mas que se propõem a fantasiar sobre algo possível, mesmo que não o seja no presente.

Nem todas as histórias de ficção científica se destinam a prever o futuro, mas algumas delas previram eventos futuros com incrível precisão. A linha do tempo da infografia abaixo esboça alguns dos exemplos mais impressionantes de livros em que a ficção científica se tornou realidade.


Se esta temática lhe interessa não perca a oportunidade de visitar a exposição "Ficção científica: o futuro é já hoje" patente na Biblioteca Municipal de Arganil até ao fim do mês.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Ano internacional da tabela periódica – uma língua comum para as ciências


2019 é o Ano Internacional da Tabela Periódica. Uma resolução das Nações Unidas e da UNESCO para celebrar a criação de uma das ferramentas mais importantes na história da ciência.

Em 1869 Dmitri Mendeleev criou o Sistema Periódico dos Elementos Químicos. Passados 150 anos celebramos a criação da ferramenta que permite prever as propriedades da matéria – na terra ou em qualquer parte do universo.

Durante o século XIX o número de elementos químicos conhecidos tornou-se cada vez maior e, simultaneamente, as suas propriedades físicas como químicas foram sendo estudadas. Por esta razão, surgiu a necessidade de classificar os elementos de modo sistemático, atendendo às propriedades que eles tivessem em comum. Atendendo às propriedades dos elementos, a primeira tentativa de classificação dos elementos baseou-se em separá-los em dois grupos: os elementos que tinha características metálicas e aqueles que não as tinham. Contudo, esta primeira tentativa de classificação não foi satisfatória.

O químico alemão Dobereiner, em 1829 e o químico Inglês John Newlands, em 1864, fizeram experiências com o intuito de classificar os elementos químicos, mas nenhum dos dois conseguiu desenvolver um sistema satisfatório.

Em 1869, trabalhando independentemente, Dimitri Mendeleev e Lothar Meyer classificaram os elementos atendendo às suas propriedades químicas e físicas, respectivamente. (…) Na classificação obtida as propriedades repetiam-se periodicamente de modo que todos os elementos de uma mesma coluna vertical, isto é, de um grupo, têm propriedades análogas. Os elementos de uma mesma fila horizontal constituem um período. Cada período começa por um metal alcalino e termina com um gás nobre. A genialidade e ousadia de Mendeleev tornaram-se evidentes por ter previsto a existência de elementos então desconhecidos baseando-se na sua classificação. Mendeleev deixou lugares vazios na sua tabela para elementos como o eka-boro, o eka-alumínio e o eka-silício, que foram descobertos posteriormente e que se conhecem actualmente, com os nomes de escândio, gálio e germânio, respectivamente.

Dmitri Mendeleev: Físico e químico russo (Tobolsk, Sibéria, 8.2.1834 – São Petersburgo, 2.2.1907). Estudo no Instituto Pedagógico Central de São Petersburgo, onde obteve o diploma de prof. de ciências, indo leccionar para Odessa, na Crimeia. Partiu em seguida para a Alemanha, onde na Universidade de Heildeberg, trabalhou em espectroscopia sob orientação de Kirchhoff e Bunsen, realizando aí o seu doutoramento. Regressou à Rússia, onde a Universidade de São Petersburgo lhe atribuiu uma cátedra. Realizou trabalhos importantes no domínio da Química-física, tendo apresentado em 1869 a sua classificação periódica.

Bibliografia consultada:

  • Enciclopédia Verbo Luso-Brasileira de Cultura : Edição Séc XXI. Lisboa: Verbo, imp.1998.  ISBN 972-22-1850-6 (Obra Completa)
  • Didacta : enciclopédia temática ilustrada : física, química. Oeiras : F.G.P., 1995. 427 p. ISBN 972-8332-04-1
  • Construtores do mundo contemporâneo. Porto : Lello & Irmão, 1982.

Aceda ao catálogo da Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil para saber quais os livros sobre química e física que temos disponíveis para si.

Pode também consultar os seguintes links para ficar a saber mais sobre o Ano Internacional da Tabela Periódica:

Leia, porque ler é um prazer!

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Novidade na Biblioteca: "Proust era um neurocientista" de Jonah Lehrer

A criatividade artística pode antecipar as descobertas da ciência?

A pergunta serve de ponto de partida à obra "Proust era um neurocientista", da autoria de Jonah Lehrer.
O “livro trata de artistas que anteciparam as descobertas da neurociência. Trata de escritores, pintores e compositores que descobriram verdades acerca de mente humana – verdades reais, tangíveis – que a ciência está apenas a redescobrir. As suas imaginações previram os factos do futuro.”*
O pintor Cézanne, o compositor Igor Stravinsky, o cozinheiro Auguste Escoffier e os escritores Walt Whitman, George Eliot, Marcel Proust, Gertrude Stein e Virginia Woolf são as figuras escolhidas para destruir ideias feitas sobre a Arte e a Ciência. Estas 8 figuras têm em comum a ruptura com o instituído e a procura de uma outra consciência criativa nas respectivas artes.
“A moral deste livro é que somos feitos de arte e de ciência. Somos feitos da matéria dos sonhos, mas somos também apenas matéria. Actualmente sabemos o suficiente acerca do cérebro para nos apercebermos de que o seu mistério permanecerá para sempre. Como uma obra de arte, nós transcendemos a nossa matéria. A ciência precisa da arte para enquadrar o mistério, mas a arte precisa da ciência para que nem tudo seja um mistério. Nem a verdade em si é a nossa solução, porque a nossa realidade é plural.
Espero que estas histórias de descoberta artística demonstrem que qualquer descrição do cérebro exige ambas as culturas, a arte e a ciência. (…)”*
*Excertos da introdução 
Para saber mais sobre esta obra consulte:



Livro disponível para empréstimo na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.

Leia, porque ler é um prazer!

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Recursos online: Revista de Ciência Elementar

"Revista de Ciência Elementar (Rev. Ciência Elem.) é uma publicação trimestral, que discute conceitos de Ciência Elementar, sempre com um rigor superior. Esta revista dirige-se a um público alargado de professores do ensino básico e secundário, aos estudantes de todos os níveis de ensino e a todos aqueles que se interessam pela Ciência.

A Revista de Ciência Elementar abrange as áreas da Matemática, Física, Química, Biologia e Geologia e publica artigos de apresentação rigorosa de conceitos científicos, artigos de visão crítica de alguma realidade atual, e comunicações sobre experiências de sucesso no ensino e divulgação das ciências."


Já está disponível para consulta ou download a revista nº2, vol. 5 (Junho 2017)

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Novidades na Biblioteca: colecção Aprender/ Fazer Ciência

No âmbito das comemorações do Dia Nacional da Cultura Cientifica que decorre nas Bibliotecas do Concelho de 18 a 27 de novembro, a Biblioteca Municipal apresenta as seguintes novidades bibliográficas da colecção aprender/ fazer ciência da Gradiva:
São 5 livros que de uma forma simples e apelativa convidam os leitores a percorrer os caminhos da ciência e da física de forma divertida e rica em imaginação. 

COLE, K. C. - Primeiro constrói-se uma nuvem : e outras reflexões sobre a física como modo de vida. 1ª ed. Lisboa : Gradiva, 2002. 234 p. ISBN 972-662-830-X 

Embora a física seja desde há muito algo misterioso e complexo, K. C. Cole transforma-a em filosofia e poesia. Cole conduz-nos numa viagem ao mundo das maravilhas da física, partilhando connosco as suas conversas com mentes científicas lendárias como Richard Feynman, os irmãos Oppenheimer, Victor Weisskopf e Philip Morrison. 

FIOLHAIS, Carlos - Nova física divertida. 1ª ed. Lisboa : Gradiva, 2007. 194 p. ISBN 978-989-616-159-0 

A Nova Física Divertida aborda a paradoxal teoria quântica e a extraordinária teoria da relatividade, revelando os avanços da física até aos nossos dias. Essas teorias, com as espantosas experiências que as confirmaram, mudaram a nossa visão do mundo - desde os núcleos atómicos às estrelas - e o modo como nele vivemos: agora vivemos melhor! 

Carlos Fiolhais recorreu à sua singular capacidade de comunicação e ao seu conhecido sentido de humor para realizar uma obra de um rigor científico e uma qualidade didáctica admiráveis. 

FISHER, Len - Como ensopar um donut. 1ª ed. Lisboa : Gradiva, 2005. 289 p. ISBN 989-616-000-7 

Como ensopar um donut é um livro que oferece respostas científicas para questões tão familiares como o melhor modo de ensopar um biscoito, a forma de verificar rapidamente uma conta de supermercado, a utilização eficaz de ferramentas de bricolage e a aplicação das leis da termodinâmica à cozedura de um ovo perfeito. Ensina o leitor a apanhar uma bola cientificamente, explica-lhe quais os vegetais que absorvem mais molho e até o modo como a ciência pode melhorar a sua vida sexual. 

A ciência está em toda a parte e este livro brilhante mostra-lhe onde a encontrar e como lhe dar bom uso. 

GAMOW, George ; STANNARD, Russell - O novo mundo do sr. Tompkins. 1ª ed. Lisboa : Gradiva, 2005. 279 p. ISBN 989-616-030-9 

O Sr. Tompkins está de volta! 

Este empregado bancário bem-educado, distraído e de imaginação fértil, tem inspirado, conquistado e ensinado os mais jovens e os mais velhos desde a publicação de As Aventuras do Sr. Tompkins, de George Gamow, em 1965. Ele está agora de volta num novo conjunto de aventuras em que explora os limites extremos do Universo - o mais pequeno, o maior, o mais rápido, o mais longínquo. Através das suas experiências e dos seus sonhos, estamos perto dele observando e participando na dança feliz dos mistérios cósmicos: a relatividade de Einstein, efeitos bizarros na proximidade da velocidade da luz, o nascimento e a morte do Universo, buracos negros, quarks, antimatéria, o mundo desfocado dos quanta, o jogo de demolição dos desintegradores de átomos e o mistério cósmico mais fantástico de todo... o amor. 

Os porquês dos quês : perguntas e respostas sobre ciência do quotidiano. 1ª ed. Lisboa : Gradiva, 2001. 254 p. ISBN 972-662-777-X 

A revista New Scientist, na sua mais famosa secção, «The Last Word», convida os leitores a fazerem perguntas e a darem respostas sobre questões de ciência. Neste volume, durante longo tempo nas listas dos livros mais vendidos, reúnem-se as mais interessantes dessas questões, abarcando um variadíssimo leque de assuntos, muitos deles aparentemente triviais, desde plantas e animais até ao corpo humano, aparelhagens, mecanismos, invenções, peripécias e fenómenos de «todos os dias» 

Divertido e cheio de imaginação, um livro que alimenta a curiosidade, desafia a inteligência, promove a imaginação. 

Leia, porque ler é um prazer!

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Dia Nacional da Cultura Científica

Hoje, dia 24 de novembro, pelas 21h00, no Auditório da Biblioteca Municipal de Arganil, vamos ter o grato prazer de ouvir o Prof. Doutor João Fernandes docente da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra falar sobre "Um Universo Cheio de Luz" a propósito do Dia Nacional da Cultura Científica. 

Nesta palestra será abordado o papel fundamental da luz para o conhecimento do Universo, com a apresentação de curiosidades e factos históricos e modernos da observação dos astros, do Sol às Galáxias mais distantes, passando pelos planetas e pelas outras estrelas. Propomos uma "viagem" pelo Universo, onde a luz é o fio condutor.

Ainda relacionado com esta data, partilhamos aqui uma sugestão de leitura proposta pelo Prof. Dr. João Fernandes – Um pouco mais de azul de Hubert Reeves.


Livro disponível para empréstimo na Biblioteca Municipal de Arganil.

Leia, porque ler é um prazer!

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Livros científicos para ler como se fossem romances V

Cosmos de Carl Sagan
Lisboa : Gradiva, 1984

Carl Sagan é recordado como um dos maiores astrónomos de sempre, não só pelas suas contribuições exemplares para as ciências planetárias e a astrobiologia, mas por ter sido um extraordinário divulgador e comunicador de ciência. Visionário no estudo do sistema solar, a sua elegante, clara e inteligente forma de escrita ganhou, graças ao livro Cosmos, imensos adeptos e chegou a públicos até então afastados da ciência. A par do Mensageiro dos Céus, de Galileo Galilei, Cosmos é um livro maior na divulgação da astronomia: o livro e a série de TV que o acompanha serão para sempre considerados um dos acontecimentos mais importantes da história da divulgação cientifica. Cosmos é um livro para ler, reler e será sempre uma inspiração e motivação para descobrir o Universo que nos rodeia.

Pedro Russo,
coordenador Global do Ano Internacional da Astronomia 2009
Fonte: www.wook.pt

Livro disponível para empréstimo na rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil

Leia, porque ler é um prazer!

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Livros científicos para ler como se fossem romances IV


O mundo sem nós de Alan Weisman
Cruz Quebrada : Estrela Polar, 2007

Se nos retirássemos agora da Terra, definitivamente, o que se passaria? Quais os vestígios do Homem (humanos) que permaneceriam e quais os que desapareceriam? Como mudaria o planeta?
Numa altura em que vivemos tão preocupados e ansiosos com os efeitos do nosso impacto sobre o clima e o ambiente, este livro oportuno dá-nos uma oportunidade de ter uma ideia do que deixaríamos realmente como legado da nossa passagem por este planeta.
Regressaria o clima ao que era antes de ligarmos os nossos motores? Conseguiria a Natureza apagar todos os vestígios da civilização humana, incluindo as miríades de produtos sintéticos e de plástico? Por que razão certos edifícios, certas pontes, resistiriam mais à usura do tempo do que outros? O que ficaria da nossa arte? Que animais prosperariam e que raças se extinguiriam?
Pura fantasia para amadores de ficção científica? Nem por sombras! Alan Weisman tem uma investigação amplamente documentada - baseia-se, nomeadamente, na evolução de territórios actualmente virgens, as florestas que envolvem Chernobyl, a zona desmilitarizada que separa as duas Coreias - , cruza as opiniões dos especialistas com as observações dos autóctones, e convida-nos a uma instrutiva viagem à volta à Terra… sem nós!

Fonte: www.wook.pt

Livro disponível para empréstimo na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.

Leia, porque ler é um prazer!

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Livros científicos para ler como se fossem romances III


Godel, Escher, Bach : laços eternos de Douglas R. Hofstadter
Lisboa : Gradiva, 2000. LII, 819, [3] p. 

A célebre obra de Douglas R. Hofstadter, "Gödel, Escher, Bach: Laços Eternos", reconhecida unanimemente é considerada uma das obras-primas da escrita científica do século XX. Cerca de um milhar de páginas que retratam a epopeia de cientistas, matemáticos, filósofos e artistas na busca do entendimento da génese da vida e da estrutura do pensamento humano, que combina diálogos metafóricos com a discussão de temas de Johann Sebastian Bach ou gravuras de Escher, que reflecte sobre a lógica contemporânea ou os problemas da computação.

Fonte: www.wook.pt

Leia, porque ler é um prazer!

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Livros científicos para ler como se fossem romances II

Choque do futuro: do apocalipse à esperança de Alvin Toffler
Lisboa : Livros do Brasil, 1970. 535, [9] p.

No livro Choque do futuro o autor afirma que o mundo passaria por mudanças de forma acelerada e que as instituições e a sociedade teriam dificuldade em lidar com essa aceleração. O choque do futuro prevê um mundo em transitoriedade, ou seja, da transição de um mundo estático, para um universo de velocidade e transformação em constante aceleração. 

De acordo com o autor “este livro fala-nos do que acontece às pessoas quando se vêem subjugadas pelas mudanças. Trata dos métodos pelos quais no adaptamos – ou não – ao futuro.”

Leia, porque ler é um prazer!

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Livros científicos para ler como se fossem romances I

A origem das espécies de Charles Darwin
[S.l.] : Lello, cop. 2010. 638, [1] p. ISBN 978-989-682-000-8

Charles Darwin foi, sem dúvida, um dos mais importantes pensadores de todos os tempos. E um dos livros que mais alterou o entendimento que as pessoas têm de si próprias foi precisamente o seu A Origem das Espécies. Publicado em 1859, causou sensação mal foi editado e nunca deixou de gerar controvérsia e perplexidade. A ideia de que os seres vivos evoluem gradualmente através de selecção natural chocou profundamente os leitores vitorianos, pondo em causa aquela que era, para muitos, no quadro da visão e da vivência religiosa da época, a inabalável crença na existência de um Criador.


O livro apresentado está disponível para empréstimo na rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.

Leia, porque ler é um prazer!

terça-feira, 15 de maio de 2012

O sistema periódico de Primo Levi

O livro “o sistema periódico” escrito por Primo Levi em 1975, foi considerado “o melhor livro de ciência jamais escrito”, pela Real Academia de Londres. Esta distinção deu visibilidade à valência química de “um dos escritores italianos mais marcantes”, no dizer de Umberto Eco. Primo Levi, mais conhecido pelas suas obras literárias humanistas, reflexões sobre a pessoa humana, foi químico de profissão antes de se dedicar inteiramente à escrita em 1977. Este livro põe à disposição dos leitores 21 relatos sobre a natureza humana genialmente cerzidos com as propriedades de 21 elementos químicos. Ouro, Prata, Mercúrio, Arsénio, Carbono, entre outros elementos, enovelam histórias de pessoas com que Primo Levi viveu, ou ficcionou.

In: Diário de Coimbra nº 27736 (15.05.2012)

Mas há muito mais: O sistema periódico é sobretudo a história de uma geração que cresceu nos anos do fascismo e assistiu aos dramáticos acontecimentos da guerra contada por alguém que, com ironia e auto-ironia, toma como ponto de partida a sua profissão para tentar compreender as coisas e os homens.

O livro pode ainda ser lido como o reflexo da permanente desconfiança do homem em relação à matéria, tão depressa inerte como maléfica – uma metáfora da existência, do ofício de viver, donde emergem, aqui e ali (como na vida), os factos insólitos, os sucessos e os fracassos.
Fonte: contra-capa do livro
Leia, porque ler é um prazer!