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terça-feira, 4 de agosto de 2020

Sugestões de leitura da Sala Jovem


O sol também é uma estrela/ Nicola Yoon
Barcarena: Presença, 2017

A história de uma rapariga, um rapaz e o universo.

Natasha: Sou uma rapariga que acredita na ciência e nos factos. Não acredito no destino. Ou nos sonhos que nunca se concretizam. Não sou de todo aquele tipo de rapariga que encontra um rapaz simpático numa rua nova-iorquina cheia de gente e se apaixona por ele. Não quando a minha família está a doze horas de ser deportada para a Jamaica. Apaixonar-me por ele não será a minha história.

Daniel: Sou o bom filho, o bom estudante, correspondendo sempre às elevadas expectativas dos meus pais. Nunca fui o poeta. Ou o sonhador. Mas quando a vejo, esqueço tudo isso. Algo em Natasha faz-me pensar que o destino nos reserva, a ambos, alguma coisa muito mais extraordinária.

O universo: Cada momento das nossas vidas conduziu-nos a este momento único. Há um milhão de futuros perante nós. Qual deles se tornará realidade?

Fonte: contracapa do livro


As vantagens de ser invisível/ Stephen Chobsky
Alfragide: ASA, 2018


Charlie tem 15 anos e ainda sonha com o primeiro beijo. Tímido, introvertido, não tem qualquer amigo. Acaba de entrar no décimo ano e já conta os dias que lhe faltam para acabar o secundário. Olha à sua volta e sabe que não pertence a nenhum grupo. É apenas um miúdo sensível, com uma inteligência superior à média, dividido entre viver a vida ou fugir dela. na dúvida, prefere ser invisível, como uma flor no papel de parede, que está lá mas em quem ninguém repara.

Não se vai manter invisível durante muito tempo. Sente a pressão do primeiro encontro, da primeira namorada. em seu redor há festas, sexo, drogas e um suicídio que o marca para sempre. Mas há também Sam, uma finalista por quem se apaixona perdidamente. e o meio-irmão dela, Pat, que é homossexual mas ninguém sabe. Os dois vão acolher Charlie, iniciá-lo num mundo de descobertas, guiá-lo ao longo dos misteriosos anos da adolescência.

As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky, é uma obra de enorme ternura, por vezes cruel, e sempre de uma sinceridade desarmante. Charlie abre-se ao leitor, revela os seus medos, angústias e o terrível segredo que o acompanha desde a infância.

Fonte: contracapa do livro

Gostaste? Requisita na Biblioteca Municipal de Arganil.

Lê, porque ler é um prazer!

quinta-feira, 21 de maio de 2020

Bonnie e Clyde: Romeu e Julieta do crime

Bonnie Elizabeth Parker (1 de outubro de 1910 — 23 de maio de 1934) e Clyde Chestnut Barrow (24 de março de 1909 — 23 de maio de 1934) foram um casal de criminosos norte-americanos que viajavam pela região central dos Estados Unidos da América durante a Grande Depressão, roubando e matando pessoas quando encurralados ou confrontados. Embora se tratasse de um casal de criminosos a sua história de amor e crime apaixonou a América nos anos 30 do século XX.

Ainda hoje, decorridas mais de 8 décadas sobre a vida desta dupla indomável, a sua história continua a despertar interesse.

Um dos nossos leitores presenteou-nos com um vídeo em que apresenta Bonnie & Clyde como sendo o Romeu e a Julieta do Crime. Uma apresentação simples e sucinta que nos dá a conhecer as principais facetas da vida deste casal.

Vídeo de Henrique Quaresma

Também a indústria cinematográfica se inspirou na vida deste famoso casal e por mais de uma vez o retratou em filme.

(Disponível na Biblioteca da Escola Secundária)
Em 1967 surgiu o filme “Bonnie e Clyde” do realizador de televisão Arthur Penn com um grande valor simbólico para o cinema americano. Fechou definitivamente a porta à época do classicismo e dos seus heróis impolutos. É um filme de carácter biográfico, inspirado na vida deste casal de “gangsters” “perdidos no desencanto das suas ilusões e na horizontalidade da América Sulista”.
(Disponível na Netflix)
Mais recentemente outro filme surgiu sobre este famoso casal. “Estrada sem lei”, 2019, realizado por John Lee Hancock e escrito por John Fusco, que nos conta a história deste Bonnie e Clyde do ponto de vista dos polícias.

Visita a tua biblioteca e descobre mais 
sobre este famoso casal de criminosos!

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Centenário do nascimento de Federico Fellini (20.01.1920 - 31.10.1993)


Federico Fellini, realizador de obras icónicas, 
construtor de sátiras e operário de fantasias*

*Sílvia Souto Cunha (in visão nº 1401)

O nome de Federico Fellini, o realizador dos quatro Óscares, está associado à Idade de Ouro do cinema italiano, até mesmo do cinema mundial. Cineasta demiurgo, o seu universo entre a realidade e ficção está intrinsecamente ligado à cultura e ao inconsciente colectivo da sociedade italiana. Deu os primeiros passos nos anos 40 ao lado de Rossellini, durante o domínio do neo-realismo. Conhece o primeiro grande êxito com A estrada, em 1954 (…) Nos anos 60 e 70, sucedem-se os maiores êxitos populares e junto da crítica. Com A doce vida, Fellini salta para a modernidade. (…) Seguem-se Roma e Amarcord, filmes oníricos entre o mito e a caricatura, com um pano de fundo de nostalgia e de civilização em crise. Finalmente nos anos 80, O navio, Ginger e Fred e Entrevista evocam com melancolia a morte do cinema.

Criador de universos barrocos exuberantes, apaixonado por mulheres voluptuosas, este visionário alcança a dimensão universal, ao conseguir através dos seus próprios desejos e obsessões, dar corpo ao homem moderno com todas as suas contradições.

Fonte: Contra-capa do livro Federuci Fellini de Àngel  Quintana

Se quer descobrir mais sobre este icónico realizador pode requisitar os seguintes documentos na Biblioteca Municipal de Arganil:




Leia, porque ler é um prazer!