Para saber mais sobre o autor e a sua obra consulte:
https://revistagalileu.globo.com/Cultura/noticia/2020/10/conheca-trajetoria-do-escritor-frank-herbert-autor-de-duna.html
Livro disponível para empréstimo na Biblioteca Municipal de Arganil.
Um blog de partilha de experiências e sugestões de leitura!
![]() |
| Amadora. Topseller, 2019 ISBN 978-989-8864-89-5 |
"Se um teste de ADN lhe permitisse descobrir a sua alma gémea, estaria disposto a fazê-lo? Uma história inteligente que prova que - mesmo com o apoio da ciência - o amor verdadeiro nunca é fácil." (Irish Sunday Mirror)
![]() |
| Barcarena: Presença, 2008 ISBN 978-972-23-3059-6 |
A trilogia Mundos Paralelos de Philip Pullman, encontra-se traduzida em mais de 40 línguas, e foi selecionada como uma das 100 melhores obras pela revista Newsweek.
Mundos Paralelos é uma trilogia mágica e poderosa, com aventuras, imaginação e mistério. Philip Pullman tem sido comparado a C. S. Lewis, Tolkien ou Lewis Carrol, e recebeu diversos prémios literários, como a Carnegie Medal, o Guardian Children´s Fiction Prize, o Whitbread Book of the Year, o Smarties Prize e o Astrid Lindgren Memorial Award, pelo conjunto da sua obra. Em os Reinos do Norte, Lyra, a protagonista, é uma menina de onze anos sempre acompanhada pelo seu génio, Pantalaimon. É com ele que empreende uma perigosa viagem às vastidões longínquas do Norte, para tentar desvendar os seus mistérios... Mas a realidade revela-se assustadora... Lyra conhece criaturas fantásticas, feiticeiras que cruzam os céus gélidos, espectros fatais e ursos blindados, numa luta terrífica entre a vida e a morte, o bem e o mal, a sobrevivência ou a aniquilação do mundo…
Fonte: contracapa do livro
Leia aqui as primeiras páginas. Gostou?
Leia,
porque ler é um prazer!
“Hoje em dia, para animar a interface entre ciência e sociedade, falta-nos um Júlio Verne. As angústias contemporâneas sobre o racional e as técnicas associadas devem-se, em parte a esta falta. Quem nos conta, nos dias que correm, como funciona esta ou aquela inovação? Par ocupar o espaço das mensagens, encontram-se apenas juízes, muitas vezes incompetentes, acusadores… Uma espécie de inquisição obscura multiplica as condenações. Ora, o filósofo ou o historiador das ciências ocupam mal esta interface, só a literatura, o romance, a narrativa, histórias, aventuras… podem fazê-lo.A ciência torna-se rapidamente um facto social total. Começa a acontecer no século XIX. Satura a sociedade. Técnicas sofisticadas produzem uma percentagem elevada dos objectos que manipulamos: óculos, fogões, automóveis, computadores, telefones… cresce o fosso que nos separa da ciência, ao mesmo tempo que é ela que estrutura o nosso quotidiano e as nossas comunicações. Carecemos de romancistas que descrevam em tempo real esta remodelação das nossas sociedades. Para várias gerações, entre as quais a minha, Júlio Verne criou esta interface e tornou culturais tanto o quotidiano da ciência como a reestruturação das relações.Senhor de um grande talento, Júlio Verne tentou um golpe admirável, uma viagem extraordinária: tornar a ciência cultural. (…)Excerto do prefácio de Michel Serres
“Quando evocamos Júlio Verne e a ciência, a primeira coisa que nos ocorre são as máquinas, as ciências físicas, as ciências da natureza. Pensamos menos vezes nas ciências humanas, que nasceram no seu tempo, e na ciência da história moderna, iniciada por Michelet e revolucionada pela filosofia alemã. No século XIX, o homem na sociedade e no trabalho torna-se pela primeira vez herói do seu destino. A mudança é profunda, Júlio Verne instaura um diálogo entre as ciências conhecidas e as recém-nascidas. Foi provavelmente o que o levou a desenvolver a tal ponto a ciência e a consciência como os dois pilares de um futuro próximo.Júlio Verne parece sentir desde a primeira infância o apelo dos horizontes longínquos. Mais tarde, a formação de jurista, as relações que travará em Paris, a euforia perante as ciências, a indústria e as explorações que caracterizam a sua época constituirão a base das suas viagens extraordinárias."Excerto do primeiro capítulo “Uma vida, uma obra” de Jean-Paul Dekiss
“Numa curiosa reinterpretação do relato do Génesis, o romance estuda as complexas relações que se estabelecem entre o criador e as criaturas, contando a história de certo cientista que dá vida a um homúnculo hediondo. Escorraçado pela sociedade devido à sua aparência, o monstro, que se mostrara sedento de compreensão e amor, acaba por encarnar o próprio espírito da destruição e do ódio.”
João de Almeida Flor in Enciclopédia Verbo Luso-Brasileira de Cultura
![]() |
| Colecção: Admiráveis Mundos da Ficção Científica |
![]() |
| S. Pedro do Estoril : Saída de Emergência, 2016. 2 volumes |
O homem do castelo alto de Philip K. Dick