quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Novidade na Biblioteca: Ferney de James Long


Mike Martin, um professor de História, em Londres, e a mulher, Gabriela (Gally), estão à procura de uma casa de campo com o objectivo de mudar o rumo das respectivas vidas, e que Mike fervorosamente espera que ajude a superar a tristeza de Gally consequência do aborto que sofreu e dos frequentes terrores nocturnos que a vitimam.

Numa viagem de reconhecimento, a intuitiva e, por vezes impulsiva Gally é inexplicavelmente atraída por uma casa de pedra na mais completa ruína em Penselwood, e Mike concorda em comprá-la, apesar das reservas que lhe são suscitadas.

Mike e Gally Martin deviam encontrar-se idilicamente felizes com esta mudança, mas depois de Gally conhecer Ferney, um camponês idoso que parece saber tudo acerca da casa e do seu passado, esta é dominada por uma estranha fixação e a amizade entre eles aprofunda-se de tal maneira que põe o casamento em risco.

Como Ferney e Gally estão ligados é algo que se torna evidente ao longo do livro, mas o enigma dos pesadelos recorrentes de Gally e o mistério do desaparecimento de Athe Ferney mulher de Ferney há 57 anos, e outros mistérios não são revelados até ao fim deste surpreendente romance.

O que atrai Gally e Ferney como ímanes? Porque se sente que há um misterioso elo entre eles? Ferney sabe que o tempo escasseia e que tem de a fazer compreender qual a ligação entre ambos: um laço que resistiu ao teste do tempo, que é mais profundo do que a vida ou a morte.

Texto adaptado a partir da sinopse disponível em wook.pt


Livro disponível para empréstimo na Biblioteca Municipal de Arganil.


Leia, porque ler é um prazer!

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

100 anos de "A Metamorfose" de Franz Kafka

Capa da 2ª edição de A Metamorfose
O livro A Metamorfose não podia começar de maneira mais crua e estranha: “certa manhã, ao acordar de sonhos inquietos, Gregor Samsa viu-se transformado num gigantesco insecto.” Franz Kafka introduz assim a história de Gregor Samsa, um incansável caixeiro-viajante que sustenta os pais e a irmã, que se entregam descaradamente à ociosidade. 

Parasitado pela família até àquela manhã em que ao acordar, já atrasado para o trabalho, viu uma carapaça dura, uma barriga castanha abaulada e muitas pernas magrinhas, Gregor Samsa é quem parasitará a família a partir daí. 

Mas esta obra conta mais do que a história de um homem que acordou insecto: fala de como o ser humano pode viver alienado pelo trabalho, o dever familiar ou pela austeridade do pai, e alerta para os comportamentos humanos. Ao mesmo tempo, reflecte alguns aspectos da vida do autor.

Franz Kafka escreveu a Metamorfose em apenas três semanas, em finais de 1912, quando tinha 29 anos. Não gostou do resultado, que considerou imperfeito e com final ilegível. O certo é que, 100 anos após a publicação pela primeira vez desta obra é uma das mais conhecidas do escritor checo. (…)

Um acontecimento tão insólito como seja a transformação de um homem em insecto é relatado de forma tão realista, apesar de impossível, que o leitor aceita-o como factual e é forçado a procurar sentidos mais profundos. O que causou então a metamorfose do caixeiro-viajante, que o levou a perder a figura humana e a ficar com a voz roufenha de animal, a gostar de comida apodrecida, a rastejar pelas paredes e pelo tecto, e a ver cada vez menos? Desengane-se o leitor se está à espera de encontrar uma resposta explícita – o que está lá é uma metáfora de muitas coisas.”

Excerto do Guia de Leitura da Colecção Mil Folhas - Público 

Franz Kafka nasceu em 1883, como cidadão austríaco, em Praga, onde viria a falecer, em 1924, já com nacionalidade checa. Pouco publicou em vida e pouco deveria ter chegado às nossas mãos, uma vez que antes de morrer pediu ao seu amigo Max Brod que queimasse todos os seus manuscritos. Tal não aconteceu, o que fez com que Kakfa se tornasse um dos grandes vultos da literatura de expressão alemã e da literatura universal. 

Obra:

Em vida do autor foram publicados os contos: Reflexão (1913); O Fogueiro (1913); América, 1.° capítulo (1913); A Metamorfose (1916); A Sentença (1916); Na Colónia Penitenciária (1919); Médico de Aldeia (1919); Jejuador (1924, ano da sua morte). 

Depois da morte do escritor, e graças à dedicação e ao interesse de um seu amigo, o romancista checo Max Brod (1884-1968), foram publicados os romances Processo (1925); O Castelo (1926); e América (1927); e o conto Na Construção da Muralha da China (1931). Da obra literária de Franz Kafka fazem ainda parte um Diário íntimo e a Carta ao Pai, que constituem documentos de importância fundamental para o mundo literário do século XX.

Nota: Durante o mês de Setembro está patente na sala de adultos da Biblioteca Municipal de Arganil uma pequena mostra sobre o autor e a sua obra. Visite-nos para descobrir mais.

Leia, porque ler é um prazer!

terça-feira, 1 de setembro de 2015

O tempo entre costuras de María Dueñas


O enigmático primeiro parágrafo faz eco do título e entender-se-á no último parágrafo dum romance que decorre em causa e consequência. 

É-nos dado a conhecer Sira Quiroga nascida no verão de 1911 em Madrid; filha de uma modista, será esse também o seu destino. Trabalham num ateliê chique que não se vê abalado com a Primeira Grande Guerra mas que não resiste à Segunda Républica.

Seguem-se tempos de arrebatamento, fortuna, desgosto e desgraça que a levarão a outras geografias. O tempo centra-se nas costuras exímias. São constituídas narrativas do quotidiano a partir de personagens verosímeis: Candelaria, a Candongueira. Felix Aranda, em jeito de Pigmaleão, Jamila, a leal auxiliar, Marcus Logan em amorosa aproximação.

É uma Sira diferente que irá pisar outros palcos em missões arriscadas numa cativante mistura de realidade e ficção. O período histórico e o espaço geográfico mas sobretudo social permitem refletir sobre a História e os modos de registá-la.

A reter: o belíssimo interior da capa e bandanas com réplicas de mapas, postais, fotografias e selos das rotas de Sira Quiroga.






Leia, porque ler é um prazer!

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Sugestão de leitura: A História interminável de Michael Ende



"Encontramos Bastian Baltasar Bux, um rapaz que rouba um livro, atraído pelo título A História Interminável, acreditando que ele sempre lhe pertençera."

Bastian refugia-se no sotão da escola para ler. O livro decorre em Fantasia, povoado por uma miríade de espécies onde reina a aceitação da diversidade. 

Há uma relação secreta entre a doença da misteriosa Imperatriz Criança e o nada que alastra e que ameaça de extinção Fantasia. É preciso embarcar na Grande Busca para encontrar o remédio para a Imperatriz e para Fantasia. Caberá, em primeira instância, a tarefa a uma figura de sonho, uma invenção do reino da poesia, de Fantasia, Atreiú munido do amuleto AURIN. São muitos os confrontos terríveis e muitos os encontros maravilhosos (a descoberta do outro em viagens perpétuas é tema recorrente) em territórios de abismo e encanto.

A narrativa de Bastian inscreve-se na narrativa de Fantasia; ao que conduzirá a ponte entre o mundo dos homens e um real irreal? Que propósito levará Bastian a Fantasia? Que caminhos percorrerá? Que desejos se realizarão e com que consequências? Que seres encontrará e como o ajudarão a alcançar a sua ‘ Verdadeira Vontade’?

Este livro chama para a leitura os leitores mal-amados, uma maneira de confirmar o poder da literatura para alguem tão solitário como Bastian.




Nota biográfica:

Michael Ende (1929-1995) nasceu na Baviera, Alemanha, e era filho do pintor surrealista Edgar Ende. Estudou na Escola de Teatro de Munique e durante alguns anos trabalhou como ator. Mais tarde, abandonou o teatro para se dedicar à literatura. A sua obra, que inclui vários títulos infantis e juvenis – entre eles o bestseller internacional A História Interminável, também publicado pela Presença -, recebeu variadíssimos prémios literários. Momo foi distinguido com o Prémio de Literatura Juvenil Alemã e o Prémio Europeu de Livros para a Juventude.


Para saber mais sobre o escritor e a sua obra consulte:

http://www.michaelende.de/en

Livros do autor disponíveis para empréstimo na rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil:
  • A história interminável de A a Z. 3ª ed. Lisboa : Presença, 1993. 308 p. ISBN 972-23-1736-9
  • Momo ou a estranha história dos ladrões do tempo e da menina que devolveu aos homens o tempo roubado. Lisboa : Presença, 1987. 198 p.
  • Jim Botão e Lucas, o maquinista. Lisboa : Meridiano, 1966. 246, [2] p.
  • Jim Botão e os 13 selvagens. Lisboa : Meridiano, 1967. 286, [2] p.
Leia, porque ler é um prazer!

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Novidade na Biblioteca: O Lobo de Wall Street de Jordan Belfort

 
 
Esta é a autobiografia de Jordan Belfort, o jovem corretor de Wall Street que nos anos 90 se sobrepôs à lógica da economia, manipulou o mercado bolsista e ganhou uma fortuna incalculável. Uma história verídica e fulgurante, escrita num registo confessional mas com muito humor, onde Belfort relata ao pormenor a sua ascensão prodigiosa e a inevitável queda. Ganhou largas dezenas de milhões de dólares, mas o seu estilo de vida absurdamente megalómano levava-o a gastar à noite os milhares que ganhava de dia. Chamavam-lhe «O Lobo de Wall Street», e a própria máfia colocou operacionais na sua empresa para aprenderem com os seus métodos. Uma leitura atual e aliciante, que nos dá a conhecer os meandros do universo da bolsa nova-iorquina.

Fonte: Presença
 
 «Uma autobiografia que se lê como um romance.» | Publishers Weekly

 «Um livro impressionante.» | Kirkus Review

 «Uma espécie de cruzamento entre a Fogueira das Vaidades, de Tom Wolfe, e Tudo Bons Rapazes, de Scorsese. Extremamente divertido.» | The Sunday Times
 
Leia, porque ler é um prazer!

sábado, 1 de agosto de 2015

As cidades invisíveis


São 55 as cidades em 11 grupos, entre elas: As Cidades e a Memória: em encantamento e armadilha; As Cidades e o Desejo: em que quase nos perdemos nos caminhos gerados; As Cidades Contínuas onde Calvino reune os casos extremos das megalópoles, questões ambientais, e ordenamento do território.

Encontramos redes de passagem em cidades suspensas; figuras que se sucedem como numa partitura musical; olhares que se trocam desenhando setas e estrelas; uma cidade de palácios de filigrana e um pavão branco que é também uma cidade de fuligem e gordura; a cidade triste que desconhece o seu reverso feliz; o equívoco do lugar que o céu e o inferno ocupam e o que os compõe.

Italo Calvino nasceu em Santiago de Las Vegas, Cuba em 1923. Filho de um engenheiro agrónomo, cedo foi viver para San Remo onde passou parte da sua infância. Segue em Turim os mesmos estudos do pai, mas a guerra vem interromper a sua carreira académica. Em 1944 filiou-se no Partido Comunista Italiano.

Publica o seu primeiro livro em 1947 “A Trilha dos Ninhos de Aranha” em que retrata a sua experiência na guerra enquanto parte da resistência contra o fascismo.
No final da guerra retoma os seus estudos na universidade de Turim, onde seguiu estudos literários e se licenciou com uma tese sobre Joseph Conrad.
Foi apresentado e conviveu com grandes intelectuais de esquerda do seu tempo. Logo que se formou, passou a trabalhar no jornal comunista L’Unità e na editora Einaudi. 

Foi na década de 1950 que publicou os livros que o tornariam famoso internacionalmente. O primeiro deles, de 1952, foi O Visconde Partido ao Meio, que seria acompanhado pelo clássico O Barão nas Árvores, de 1957, e O Cavaleiro Inexistente, de 1959. A partir daí, o trabalho de Italo Calvino ganharia muita repercussão e ele publicaria outros importantes textos nas décadas seguintes, com destaque para O Castelo dos Destinos Cruzados, de 1969, As Cidades Invisíveis, de 1972, e Palomar, de 1983.

A sua obra foi reconhecida tendo recebido vários prémios em universidades importantes do mundo. Quando preparava uma coleção de textos literários que iria ser apresentada na Universidade de Havard, sentiu-se mal tendo sido internado no hospital de Santa Maria della Scala, em Siena. Morreu a 19 de setembro de 1985 vítima de uma hemorragia cerebral.

Italo Calvino deixou um imenso legado para a Literatura mundial. Nas Bibliotecas do Concelho de Arganil, para além de “As Cidades Invisíveis” poderá ainda requisitar os seguintes títulos:

- A nuvem de Smog e a formiga argentina. Lisboa : Teorema, D.L. 2001
- A vida difícil. Lisboa : Arcadia, imp. 1962
- Cavaleiro Inesistente. Lisboa : estórias, 1986
- O atalho dos ninhos de aranha. Lisboa : Dom Quixote, 1992
- O barão trepador. Lisboa : Portugália, [19-?]
- O castelo dos destinos cruzados. Lisboa : Bertrand , 1973
- Os amores difíceis. Lisboa : Arcadia, imp. 1968
- Os idílios difíceis. Lisboa : Arcádia, [imp. 1964]
- Palomar. Lisboa : Teorema, [D.L. 1987]
- Se numa noite de Inverno um viajante. Porto : Bibliotex, S.L, 2002
- Sobre o conto de fadas. Lisboa : Teorema, imp. 1999
- O Visconde cortado ao meio. Lisboa : Teorema, imp. 1986

quinta-feira, 9 de julho de 2015

AGORA E SEMPRE







É verdade que Agora e Sempre de Danielle Steel foi um guilty pleasure
 Não exigir que me demorasse na profundidade de um tempo de dor e perda; enredada que estou num tempo de medo a exigir transfiguração. 
Aqui se apresenta um amor vivido em posse, em desequilíbrio, na aceitação de um deslize sexual. Sequências e consequências, em pesadelo, que testam esse amor mas não o fazem vacilar.  Quando se acumulam dívidas, no revés, logo surge resposta no desafogo dum encontro afortunado. Identidades convenientes.  Na fórmula não falta um episódio em que laço conjugal se desfaz; surge um galã que ameaça o ‘agora e sempre'.  Os caminhos psicológicos percorridos pela Jessie, figura central, e a ambição do marido ao realizar-se, permitem que tudo se componha e que se encontre a união fortalecida que promete o ‘felizes para sempre’.
Uma história onde não existe o afrontamento do impasse.



Danielle Steel nasceu em Nova Iorque em 1949, tendo passado grande parte da sua infância em França. Quando regressou aos Estados Unidos estudou Literatura Francesa e Italiana na Universidade de Nova Iorque.
Escreveu mais de 30 romances, publicados em cerca de 80 países, que venderam mais de 300 milhões de exemplares traduzidos em mais de 50 línguas.

Nas Bibliotecas da Rede do Concelho de Arganil podem os leitores encontrar muitos dos romances escritos por Danielle Steel.

Procure os livros de Danielle Steel no Catálogo on-line da Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil e requisite-os para ler nas suas férias. Aqui fica a lista das opções:

- A honra do silêncio. [Lisboa] : Círculo de Leitores, 2002
- A luz que brilha : a história do meu filho. Lisboa : Bertrand , 2012
- Jewels. Londres : Transworld Publishers, cop. 1992
- Mensagem do Vietname. Lisboa : Temas e Debates, 2001
- O palacete. [Lisboa] : Círculo de Leitores, imp. 2005
- Querido papá. Lisboa : Temas e Debates, 2001
- Uma vez na vida. Lisboa : Bertrand, 2011
- Um longo caminho para casa. Lisboa : Bertrand, 2007
- Bittersweet. London : BCA, 1999
- Irresistible forces. London : BCA, 1999
- Malice. London : Corgi Books, 1997
- Safe Harbour. London : Corgi Books, 2004
- Tempo para amar. Lisboa : Bertrand, 2009
- The wedding. London : BCA, 2000


segunda-feira, 15 de junho de 2015

O velho que lia romances de amor


Antes de surgir em cena o nosso herói que dá título ao livro encontramos Rubicundo Loachim, dentista, que abomina todo e qualquer governo e que esporadicamente se desloca para realizar tratamentos aos habitantes desta isolada aldeia.  É das mãos do dentista que António José Bolivar Proaño recebe os livros, livros esses de muito sofrimento por amor e com final feliz.  A pedido e a gosto do velho António José Bolivar.

Ao chegar, houvera muito tempo a El Idilio, deparara o velho Bolivar Proanõ com fraca terra. Permanece o conhecimento dos xuar.  Com eles aprende o idioma, a mover-se na floresta amazónica, a pescar e a caçar com zarabatanas.  Atingido por uma víbora é socorrido pelos xuar.  Luis Sepúlveda revela o profundo conhecimento que estes têm quanto aos recursos que colhem da floresta, sempre em equilibrio com esta, os ritos, segredos e rituais.  Mas com o tempo chega o momento de partir da irmandade de sangue que forjara. “Ele era como os xuar mas não era um deles.”

Um fio narrativo começa com um xuar que entrega o corpo de um gringo morto pelas garras duma onça que o perseguiu por ele assasinar as suas cinco crias.  As peles estão em posse do gringo  e ao analisar o corpo o velho insiste nesta verdade, em defesa do xuar condenado pelo detestável administrador de alcunha Babosa, sabendo que a onça atacará mais vezes.


Ao se encontrar outro colono rasgado pelas garras da onça o administrador obriga o velho a participar numa expedição de caça.  É sózinho que acaba por se dar o combate com mestria de suspense, entre o velho leitor dos romances que falam de amor com palavras bonitas e que às vezes o fazem esquecer a barbárie humana.

de Luis Sepúlveda
Edições ASA, 2000 (17ª edição)



Do autor:

Luis Sepúlveda nasceu em Ovalle, no Chile, em 1949, e tornou-se conhecido com O Velho que Lia Romances de Amor, romance que continua a fascinar milhões de leitores em todo o mundo. 
Desde 1993 que a Asa vem publicando toda a obra do autor: além deste romance, Mundo do Fim do Mundo, Nome de ToureiroPatagónia Express, História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a VoarEncontro de Amor num País em Guerra e Diário de um Killer Sentimental, livros que conheceram sucessivas reedições e transformaram Luis Sepúlveda num dos escritores latino-americanos mais queridos do leitor português. 

Fonte: badana do livro


Para saber quais os livros de Luís Sepúlveda disponíveis para empréstimo, na Rede de Bibliotecas do Concelho siga a hiperligação e faça pesquisa orientada por autor.