Poemas ditos por Aurelino Costa e musicados por Victorino D'Almeida
Vasco da Gama
Um blog de partilha de experiências e sugestões de leitura!
Poemas ditos por Aurelino Costa e musicados por Victorino D'Almeida
Vasco da Gama
O Plano Nacional de Leitura 2027 iniciou a publicação de uma revista digital - a ENTRELER.
Trata-se de uma revista digital de acesso livre e gratuito, com periodicidade anual, que tem como objetivo divulgar estudos e reflexões sobre a leitura, a escrita e a literacia, em todas as faixas etárias e nas suas múltiplas dimensões e contextos, bem como projetos e atividades de promoção da leitura e formação de leitores.A ENTRELER dirige-se a mediadores, docentes, formadores, investigadores, bibliotecários, técnicos e a todos os que partilham o interesse pela leitura, pela escrita e pelas literacias. (PNL2027)
O nº 0 da revista já está disponível e merece leitura atenta. Apresenta um conjunto variado de artigos, abordando temas da leitura infantil e juvenil, da literacia mediática e digital, da investigação e da prática da leitura partilhada, bem como uma entrevista de Carlos Fiolhais a Alberto Manguel.
Leia, porque ler é um prazer!
Nascido a 30 de Setembro de 1937, Artur Portela Filho, formou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi redactor do Diário de Lisboa nas décadas de 50 e 60, e fundou e dirigiu o Jornal Novo, entre 1975 e 1977. Fundou também a revista Opção, durante a década de 70, e colaborou com outros jornais como o República, A Capital ou o Jornal do Fundão. Mais recentemente colaborou com o jornal i.
Enquanto escritor dedicou-se à ficção em prosa, teatro, contos e crónicas, tendo ao longo da sua vida publicado mais de 20 livros.
Aproveitamos para destacar um excerto do texto "A ameaça dos livros" de Setembro de 1966, publicado no 1º volume da obra "A funda"
Porquê ler este livro e não outro?
Porquê ler Namora e não Pratolini? Porquê ler Cesariny e não Breton? Porquê ler Margarido e não Robbe-Grillet?
A solução parece fácil. É lê-los a todos. E, depois, recusá-los, ou aceitá-los. Só que - há muitos livros e pouco tempo para ler.
E se ler é essencial, se ler os livros-chave é indispensável, - a escolha pode, ser muitas vezes é, dramática.
O livro é elemento-base da cultura. A cultura estrutura e dinamiza o indivíduo. Logo, a escolha de um livro, de um autor, pode estabelecer a trajectória desse indivíduo, marcar-lhe o carácter, pautar-lhe o comportamento, Somos, também, os livros que lemos. (...)
Aceda ao catálogo da Rede de Bibliotecas de Concelho de Arganil para saber que livros temos para si deste autor.
Leia, porque ler é um prazer!
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| GARCIA, Joana Nobre - Costura-mania Lisboa: A Esfera dos Livros, 2017 |
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| Dag, Nicklas Natt och - 1793 Lisboa: Suma de Letras, 2019 |
1793, Estocolmo. Quatro anos após a tomada da Bastilha e mais de um ano depois da morte de Gustavo III da Suécia, as guerras estrangeiras esvaziaram os tesouros e a nação é governada com mão de ferro pelo senhor do reino. Na esteira do falecimento do velho rei, a confiança transformou-se num bem escasso. A paranoia e as conspirações sussurradas abundam em todos os cantos. Uma promessa de violência estala no ar enquanto os cidadãos comuns se sentem cada vez mais vulneráveis aos caprichos dos que estão no poder.
Quando Mickel Cardell, um ex-soldado aleijado e ex-guarda nocturno, encontra um corpo mutilado flutuando no lago malcheiroso da cidade, sente-se compelido a dar um enterro condigno ao homem não identificado. Para Cecil Winge, um brilhante advogado que é também detective consultor na Polícia de Estocolmo, um corpo sem braços, pernas ou olhos é um enigma formidável e uma última oportunidade de acertar as coisas antes de perder a sua batalha com a morte. Juntos, Winge e Cardell vasculham Estocolmo para descobrir a identidade do corpo, encontrando o lado sórdido da elite da cidade.
1793 é o romance de estreia de Nicklas Natt och Dag. Com este livro o escritor retrata a capacidade de se ser cruel em nome da sobrevivência ou da ganância - mas também a capacidade para o amor, a amizade e o desejo de um mundo melhor.
Leia aqui as primeiras páginas. Gostou?
Requisite na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.
Leia, porque ler é um prazer!
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