sexta-feira, 20 de agosto de 2021

Novidade na Biblioteca: "Uma nova esperança para Samuel" de Ruth Druart


Lisboa: Planeta, 2021
ISBN 978-989-777-453-9

Na gare de uma estação ferroviária na Paris ocupada, uma mãe sussurra adeus. Parece o fim de uma história. Mas é apenas o começo.

Paris, 1944
Empurrada para um comboio com destino a Auschwitz, Sarah, num ato de desespero, entrega o seu maior tesouro, Samuel, a um desconhecido. Tudo o que lhe resta é ter a esperança de que o seu filho recém-nascido sobreviva.

Santa Cruz, 1953
Jean-Luc vive agora na Califórnia com a sua mulher, Charlotte, e o filho Sam. A cicatriz que tem na cara foi um pequeno preço a pagar pela sua fuga aos horrores da ocupação nazi. Mas Jean-Luc nunca esperou que o passado lhe viesse bater à porta.

Uma Nova Esperança para Samuel é um livro poderoso sobre o amor, os laços de sangue e de afeto, a resiliência e a coragem quando tudo parece perdido. Uma leitura inesquecível.

Um romance que vai cativar o coração dos seus leitores.

Leia aqui as primeiras páginas. Gostou?
Requisite na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.

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quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Ficção Científica: O futuro é já hoje

A Ficção Científica costuma ser definida como um género literário que engloba histórias fictícias, mas que se propõem a fantasiar sobre algo possível, mesmo que não o seja no presente.

Nem todas as histórias de ficção científica se destinam a prever o futuro, mas algumas delas previram eventos futuros com incrível precisão. A linha do tempo da infografia abaixo esboça alguns dos exemplos mais impressionantes de livros em que a ficção científica se tornou realidade.


Se esta temática lhe interessa não perca a oportunidade de visitar a exposição "Ficção científica: o futuro é já hoje" patente na Biblioteca Municipal de Arganil até ao fim do mês.

terça-feira, 17 de agosto de 2021

Novidade na Biblioteca: As filhas de Eva de Louise O'Neill

Porto: Civilização, 2015
ISBN 978-972-26-3710-7
"Um livro perspicaz e inquietante. [...] O'Neill incita-nos a refletir sobre a nossa própria sociedade, uma sociedade que promove corpos descarnados e rostos sem feições como exemplos máximos de perfeição e beleza." (The Telegraph)
Num mundo obscuro e perturbador, as raparigas já não nascem de forma natural, as mulheres são doutrinadas nas escolas, treinadas nas artes de satisfazer os homens até estarem prontas para o mundo exterior. No final dos estudos, as melhores alunas tornam-se "companheiras" e permitem-lhes viver com o marido e gerar filhos até já não serem necessárias. Para as raparigas que ficam para trás, o futuro - como concubina ou professora - é sombrio. 

As amigas Freida e Isabel têm a certeza de que irão ser escolhidas como companheiras - estão entre as melhores alunas do seu ano. Mas à medida que se aproxima o ano final, Isabel faz o impensável e começa a engordar… Nessa altura chegam a este ambiente protegido os rapazes, ansiosos por escolher uma noiva. 

Uma crítica à obsessão da sociedade atual com o aspeto e o comportamento das mulheres. 

Um livro ousado, arrepiante e totalmente viciante.

Fonte: Contracapa do livro

Livro disponível para empréstimo na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.

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Novidade na Biblioteca: Gambito de Dama de Walter Tevis

Lisboa: Suma de Letras, 2021
ISBN 978-989-784-219-1

"A série da moda. O livro do momento. A personagem da sua vida."

Quando a mãe de Beth Harmon, de oito anos, morre num acidente de viação, a menina é enviada para um orfanato em Mount Sterling, Kentucky. Simples, taciturna e tímida, ao que tudo indica, Beth não se destaca… até jogar a sua primeira partida de xadrez. Os seus sentidos ficam mais aguçados, o pensamento mais claro e, pela primeira vez na sua vida, ela sente-se totalmente no controlo.

Sem dinheiro nenhum, Beth está desesperada para aprender mais sobre esse jogo que se tornou a sua vida - rouba uma revista de xadrez, dinheiro suficiente para entrar num torneio e também alguns dos tranquilizantes da mãe adoptiva, nos quais está viciada.

Aos treze anos, vence um torneio de xadrez; aos dezasseis, compete no US Open Championship; aos dezoito, é campeã dos Estados Unidos e a Rússia espera por ela… Mas, à medida que Beth aprimora as suas habilidades no circuito profissional, as apostas ficam mais altas, o seu isolamento fica mais assustador, as suas incontroláveis adicções e a ideia de escapar tornam-se ainda mais tentadoras.

Com um ritmo acelerado e escrito com elegância, Gambito de Dama é uma história fascinante disfarçada de romance de xadrez - um romance que não vai poder deixar de ler e com uma conclusão tão elegante e satisfatória quanto um mate em quatro.

Fonte: contracapa do livro

Livro disponível para empréstimo na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil.

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terça-feira, 10 de agosto de 2021

Centenário de Carlos de Oliveira

Poeta, romancista, cronista, crítico e tradutor, Carlos de Oliveira nasceu a 10 de Agosto de 1921

A sua estreia literária, na poesia, com Turismo, em 1942, e, no romance, com A Casa na Duna, em 1943, editados, respetivamente, pelas coleções "Novo Cancioneiro" e "Novos Prosadores", coleções consideradas ambas marcos no processo de afirmação da estética neorrealista, inscrevem-no numa tradição literária que conjuga, temática e formalmente, elementos populares e rurais com uma postura de modernidade.

Através de um sólido trabalho de depuração e perfeccionismo, desenvolveu um estilo e uma consciência poética ímpares, que lhe valeram unânime reconhecimento pelos seus contemporâneos e o levaram a ser considerado como um dos escritores de primeira linha da literatura portuguesa do século XX. 

Carlos de Oliveira faleceu com apenas 59 anos, a 1 de Julho de 1981. 

Poema dedicado à Ângela, "companheira devotada, "musa", datilógrafa de tudo o que Carlos de Oliveira escrevia"
(In: Jornal de Letras, Artes e Ideias nº 1326 de 28.07.2021)

Consulte o Catálogo da Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil para saber que obras do autor temos disponíveis para empréstimo.

Para saber mais sobre este autor consulte:

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sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Fundo local enriquecido: Chãs D'Égua e povos agregados

 

Chãs D'Égua e povos agregados
José Fontinha Pereira e Maria Helena Sousa
[S.l.]: edição de autor, 2020

É com grande satisfação que podemos dizer que Chãs d'Égua a partir de hoje vai ter o seu Livro de Memórias, e através dele dar a conhecer a longa história dum passado vivido num isolamento de milénios, onde os caminhos calcados a pé eram os mesmos trilhados por animais. A vida era vivida primitivamente, com muitos perigos e dificuldades próprios de um lugar afastado. A sobrevivência tinha tanto de difícil como de encantos e dons de transformação em qualquer pedaço de montanha em terra de cultivo. As serras desses tempos estavam povoadas de cavalos, éguas, cabras, ovelhas e feras: lobos, javalis, ursos e raposas, assim como de salteadores e bandidos. Ao longo de séculos foram passando de "boca em boca" histórias, lendas e relatos, que muito contribuíram para o imaginário de muitas gerações e que eternizaram a sua transmissão, para que hoje este livro se torne uma realidade.

Excerto da nota prévia

Nota: livro disponível para consulta presencial na Biblioteca Municipal de Arganil

terça-feira, 3 de agosto de 2021

Adeus a Pedro Tamen (1934-2021)


Pedro Tamen nasceu em Lisboa a 1 de Dezembro de 1934. Licenciado em Direito, publicou os seus primeiros poemas nos «cadernos de cultura» Anteu em 1954. Dirigiu o jornal Encontro, órgão da Juventude Universitária Católica. Foi dirigente cineclubista (Centro Cultural de Cinema) e publicou o seu primeiro livro Poemas para todos os dias em 1957, em edição de autor.

Foi director-adjunto da revista Flama e dirigiu a editora Moraes entre 1958 e 1975. Em 1963 dá-se início à publicação pela Moraes da revista O Tempo e o Modo, de que foi director.

Fez, durante algum tempo, crítica literária no semanário Expresso e pertenceu à direcção da Associação Portuguesa de Escritores entre 1973 e 1975. Foi presidente do PEN Clube português entre 1987 e 1990. Entre 1975 e 2000 exerceu a função de administrador da Fundação Calouste Gulbenkian.

Tradutor de poesia e prosa, recebeu o Grande Prémio de Tradução em 1990. Poeta, recebeu vários prémios pela sua obra. Com Retábulo das Matérias (2001), publicou uma colecção dos seus poemas de 1956 a 2001.

Foi tradutor de várias obras literários de - entre outros - Gabriel Garcia Marquez, Reinaldo Arenas, Marcel Proust e Gustave Flaubert e foi condecorado com vários prémios literários.

Morreu a 29 de julho de 2021, em Setúbal.

Um poema de Pedro Tamen - O tempo

O tempo,
o longo, belo, seco, forte tempo,
o tempo sem memória,
nossos olhos voando.

A luz,
a luz inevitável, consagrada, branca,
a presença estendida,
altos ares respirados.

Lágrimas,
iguais à chuva, ao mar, à grande sombra,
rios de alegria sem sentido,
certos pássaros

In: Poema para todos os dias


Aceda ao catálogo da Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil para descobrir todos os livros da autoria de Pedro Tamen que temos disponíveis para si!

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