quarta-feira, 24 de agosto de 2016

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

A casa de bonecas de M. J. Arlidge

Uma jovem mulher acorda numa cela fria e escura sem saber como lá foi parar nem quem a raptou. Ali começa o seu maior pesadelo.

O corpo de uma jovem é desenterrado numa praia remota, mas o seu desaparecimento nunca tinha sido denunciado. Alguém a mantivera «viva» ao longo do tempo, enviando à família, regularmente, mensagens em seu nome.

Para a detetive Helen Grace, todas as provas apontam para um assassino em série, um monstro distorcido mas engenhoso e hábil - um predador que já matou antes.

À medida que Helen se esforça por destrinçar as motivações do assassino, ela compreende que se trata de uma verdadeira corrida contra o tempo. Uma única falha pode significar a perda de mais uma vida.

Fonte: contracapa do livro

"Ruby deixou-se estar imóvel no chão. Estava a tremer descontroladamente, mas nem tentou deslocar-se até à cama. Tinha as pernas a arder, sentia um aperto na garganta e achou-se demasiado débil para se levantar.
A luta terminara, Ruby sabia disso. Porque é que a o pressionara tanto? Terá pensado que conseguiria vergá-lo? Não, sabia que o ataque verbal sobre o seu captor era o derradeiro ato de uma rapariga desesperada. Os últimos estertores da resistência dela. Nunca mais veria a mãe e o pai. Nem Cassie ou Conor. Se alguma vez eles voltassem a pôr os olhos nela, iriam encontra-la ali, a apodrecer naquele lugar horrível.
Por norma, as dificuldades de respiração costumavam deixá-la em pânico – uma herança daquelas viagens ao hospital quando era jovem -, mas agora deu as boas-vindas à sensação, uma forma de evitar que ele a castigasse e humilhasse mais. Seria uma pequena vitória, mas, ainda assim, uma vitória.
Se conseguisse esvair-se, ali naquele chão, então talvez voltasse a ver a família. Talvez houvesse uma vida depois da morte ou um lugar onde pudesse estar em paz. Não seria impossível, certo? Nunca acreditara em nada do género, mas agora…
Mas ela não acreditava. Nunca acreditara. E a vida ensinara-lhe a não contar com finais felizes. Ruby sabia do fundo do coração que iria sofrer até ao fim. Não haveria escapatória para ela, e aquele lugar – aquela estranha casa de bonecas – seria o seu túmulo."

Livro disponível para empréstimo na Biblioteca Municipal de Arganil.

Leia, porque ler é um prazer! 

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Novidade na Biblioteca: Desnorte de Inês Pedrosa

Uma rapariga procura a própria voz.
Um homem percorre as curvas do tempo até à pré-história do amor.
Um pai cria um mar de livros para que a filha volte para ele. 
Uma família marca encontro com os seus mortos.
Uma amizade de juventude que partiu pelo mundo vem visitar quem ficou.
Uma mulher aprisionada pelo desejo de ser águia.
Um casal de jovens encontra-se para se despedir da vida.
Uma obsessão erótica.
Uma investigação policial que esconde uma paixão trágica.
Um encontro literário carregado de romances interrompidos.
Um escritor falhado revisita a sua ambição. 
O maior cantor de todos os tempos aguarda numa nuvem a chegada da maior fadista de sempre.
Um avião em que viajam célebres personagens literárias sofre um ataque terrorista.
Um homem regressa à sua ilha e descobre o mistério da infância.
Desnorte é isto: história a história, a escrita límpida e incisiva de Inês Pedrosa desvenda a luz e as sombras do nosso tempo.

Fonte: contracapa do livro

De acordo com Inês Pedrosa aquilo que une as histórias de “Desnorte” é um sentimento de “desnorteamento, de perder o pé, de perder a terra em situações muito distintas, umas familiares, outras sociais, outras mais íntimas, em relações ou de amor ou de amizade, mas é uma sensação da pessoa não saber ou quem é ou onde está”.

Com ilustração de Gilson Lopes, “Desnorte” procura juntar a arte da escrita e a arte do desenho, numa confrontação entre a “dor” e a “ironia”.


Livro disponível para empréstimo na Biblioteca Municipal de Arganil

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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Novidade na Biblioteca: Chegar novo a velho de Manuel Pinto Coelho

"Fazendo o que deve ser feito é possível chegar-se Novo a Velho e 
viver uma vida mais feliz e com mais saúde"

Já ninguém dúvida que é muito importante tratar da saúde antes da doença.
conservar e fortalecer o nosso equipamento biológico composto por cerca de 10 triliões de células é possível se lhe fornecermos todos os nutrientes indispensáveis às suas necessidades.
Sabe-se que as células têm um tempo de vida limitado, regenerando-se automática e periodicamente. se adoecemos e envelhecemos é porque existem desequilíbrios e carências que as impedem de se regenerar totalmente.
Ora estas situações podem e devem ser corrigidas por cada um de nós.
Fazendo a ponte entre as novas descobertas da investigação científica e a prática médica convencional, podemos revolucionar os nossos cuidados de saúde, desenvolvendo novas estratégias de prevenção e tratamento, complementares e sempre que possível naturais, que permitirão prevenir, apaziguar ou até curar situações graves como algumas doenças autoimunes, neurodegenerativas e o cancro, entre outras.
Este livro, baseado em literatura científica atual e idónea, a que acresce a vasta prática clínica do autor, dá a conhecer novas estratégias de intervenção na prevenção e tratamento da doença, visando ajudar o leitor a controlar melhor a sua saúde.
acredite que envelhecer de uma forma saudável, sentindo-nos melhor à medida que vamos avançando na idade, é um processo possível.

Fonte: contracapa do livro

Livro disponível para empréstimo na Biblioteca Municipal de Arganil

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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Novidade na Biblioteca. E onde é que está o amor? de Ana Zanatti

Numa obra intensa, que lida com a intimidade e o afecto, Ana Zanatti “fecha” seis mulheres e três homens numa sala, de olhos nos olhos e sem rede, levando-os a confessar o que até ali pensavam ser inconfessável. Casamentos falhados, amores que não se cumprem, ciúme, traição, medo, erotismo, solidão, de tudo se fala nessa tarde, num encontro transformador do qual ninguém sai como entrou.

Fonte: contracapa do livro

“Na sala traseira de uma pequena livraria de bairro, um grupo de nove pessoas, dispostas em semicírculo, começara, havia pouco, uma reunião de partilha sobre dificuldades nos relacionamentos. Nove pessoas, como flores sem pés, à espera de enraizar.

Otília, a mentora principal da ideia, impedida de estar presente nesse dia, delegara a orientação da sessão em Celeste, sua conterrânea, que com ela ia dando os primeiros passos na organização deste tipo de encontros. A preparação de ambas era escassa, não estavam ali para substituir o trabalho dos psicólogos, mas ousadia e vontade de ajudar não lhes faltavam.

Os tempos, diz-se, são os da comunicação e do conhecimento mas no íntimo de cada um dos presentes, atravessa a suspeita dolorosa de estarem cada vez mais próximos da solidão e do desconhecimento de si e dos outros. Sobretudo dos outros, para que é mais fácil olhar do que virar os olhos para dentro. (…)”

Livro disponível para empréstimo na Biblioteca Municipal de Arganil.

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